Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on email
Share on linkedin

Sócio de Flávio Bolsonaro obtém decisão para ser excluído temporariamente de investigação por Italo Nogueira

Sócio de Flávio Bolsonaro obtém decisão para ser excluído temporariamente de investigação por Italo Nogueira

O desembargador Antônio Amado, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, concedeu nesta terça-feira (21) uma liminar em favor do empresário Alexandre Santini, sócio de Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), para paralisar a análise de provas contra ele na investigação que tem como alvo o senador.

O magistrado impediu que o Ministério Público analise as provas obtidas a partir da decisão do juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal, que se referem a Santini. Ele foi alvo de busca e apreensão em sua residência, bem como teve os sigilos bancário, fiscal e telefônico quebrados.

A decisão é provisória e pode ser revertida pela 3ª Câmara Criminal. Santini é sócio do senador em uma franquia da Kopenhagen. A Promotoria suspeita que a empresa foi usada para lavar R$ 1,6 milhão do dinheiro obtido por meio da rachadinha no antigo gabinete do senador na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).

A decisão beneficia apenas ao empresário, sem afetar a análise de dados dos demais alvos do procedimento. Amado determinou a paralisação porque Itabaiana não permitiu o acesso da defesa do empresário à íntegra do processo. O desembargador afirma em sua decisão que as medidas cautelares contra Santini foram legais e justificadas, mas que seus advogados têm direito a acessar todo o conteúdo da investigação.

Santini foi alvo de busca e apreensão em sua residência em dezembro do ano passado –assim como outros alvos– e teve os sigilos bancário, fiscal e telefônico quebrados. O MP-RJ suspeita que ele seja um “laranja” do senador na sociedade.

Flávio é investigado pelo MP-RJ sob suspeita dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e organização criminosa. Os promotores investigam se seus antigos assessores eram obrigados a devolver parte de seu salário para o senador. O filho do presidente Jair Bolsonaro nega as suspeitas e afirma ser perseguido por membros do Ministério Público.

Fonte: BNews

OUTRAS NOTÍCIAS