Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on google
Share on email
Share on linkedin

Após afirmar que eleições foram fraudadas, Bolsonaro não apresenta provas à Justiça

Após afirmar que eleições foram fraudadas, Bolsonaro não apresenta provas à Justiça

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, no dia dez de março desse ano, que teria “provas” que comprovariam que as eleições foram fraudadas e que teria sido eleito no primeiro turno das eleições presidenciais. Após ser questionado pela Justiça, o presidente não apresentou as “provas”, de acordo com a coluna Radar, da revista Veja.

“Pelas provas que tenho em minhas mãos, que vou mostrar brevemente, eu fui eleito no primeiro turno, mas, no meu entender, teve fraude. E nós temos não apenas palavra, temos comprovado, brevemente quero mostrar, porque precisamos aprovar no Brasil um sistema seguro de apuração de votos”, afirmou Bolsonaro para apoiadores em março.

A defesa do presidente, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), defendeu que as dúvidas do presidente são naturais e que a desconfiança do presidente não exporia a democracia brasileiro a riscos. A AGU questionou o deputado federal, Célio Studart (PV-CE) pela ação popular sobre o tema na Justiça Federal do Ceará.

De acordo com a coluna, a defesa de Bolsonaro citou a cassação da senadora Selma Arruda, conhecida como Moro de saias, que foi eleita pelo PSL, partido do presidente na época e hoje, no Podemos.

Ainda segundo a coluna, a AGU citou estatística de irregularidades eleitorais para dizer que a eventual desconfiança no processo eleitoral não coloca em risco a democracia.

“Supor, como o faz o autor (Célio Studart), que eventual questionamento sobre o processo eleitoral redundaria em ofensa ou risco à democracia, revela, data vênia, completa ausência de confiança no funcionamento das instituições democráticas, a exemplo da Justiça Eleitoral […] Registre-se que a cada eleição há denúncias de toda ordem (antes, durante e após o pleito eleitoral) em face das quais se debruça a Justiça Eleitoral (seja para rejeitá-las, seja para acatá-las), sem que haja mácula ao sistema eleitoral nacional”, afirmou a defesa do presidente.

OUTRAS NOTÍCIAS