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Torcedora entra na Justiça contra Bruno Henrique e cobra valor milionário por uso da marca ‘otô patamá’

Torcedora entra na Justiça contra Bruno Henrique e cobra valor milionário por uso da marca ‘otô patamá’

A torcedora do Flamengo Josineide Constantino Dantas briga na Justiça para impedir o jogador Bruno Henrique de explorar comercialmente a marca “Otô Patamá”. Ela argumenta possuir o registro da marca no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e que somente ela pode utilizar a expressão para venda de roupas e artigos esportivos, entre outros itens.  No processo, Josineide cobra uma indenização de R$ 13 milhões.

A frase “oto patamá” ficou famosa após ser utilizada por Bruno Henrique após uma partida contra o Vasco, em novembro de 2019, para provocar o clube rival. Na ocasião, ele afirmou que seu time estava em “outro patamar”.

A declaração viralizou e virou até título de uma música do rapper Djonga. No processo, a torcedora afirma que, ao ouvir a entrevista do atleta, achou que a expressão seria um ótimo nome para uma marca de roupas esportivas. Foi quando ela procurou o INPI e fez o registro.

“[O atleta] tem se valido da marca da autora para obter lucros e subsídios comerciais”, afirmou Josineide à Justiça.

Por meio de seus advogados, em agosto, Bruno Henrique enviou uma notificação à mulher, em que afirma que ela, de modo “ardiloso”, “tenta pegar carona” em sua fama. “Estamos diante de um caso típico de aproveitamento parasitário”, afirmou no documento.

Ainda na notificação, o atacante do Flamengo alegou ter feito três pedidos de registro da marca no INPI e que a torcedora é quem estaria violando o seu direito à marca. O processo, que tramita na 1ª Vara Empresarial e Conflitos de Arbitragem de São Paulo, ainda não foi julgado.

Informações: Bnews

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