Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on email
Share on linkedin

Sindicato dos Policiais Civis da Bahia se compadece com as mortes recentes dos três PMs em Salvador

Sindicato dos Policiais Civis da Bahia se compadece com as mortes  recentes dos três PMs em Salvador

Infelizmente, o Dia das Mães foi um mix de tristeza, revolta e indignação, para os profissionais da segurança pública da Bahia.

Na noite do último sábado (7), o Soldado, Alexandre Menezes veio a óbito após ser alvejado por vários tiros disparados por marginais, em Águas Claras, capital baiana.

Já no domingo (8), o SDPM, Vitor Vieira Ferreira Cruz e o SDPM, Shanderson Lopes Ferreira, também foram alvos de bandidos, no bairro de Fazenda Grande I e morreram no local. O crime ocorreu quando retornavam do sepultamento do colega, SDPM Alexandre Menezes, o crime aconteceu.

O presidente do Sindicato dos Policias Civis da Bahia, Eustácio Lopes disse ainda que não adianta só lamentar os fatos ocorridos, mas, faz-se necessário que o governo tire o monopólio dos gestores das Polícias Civil e Militar, e como chefe do Executivo, ou seja quem detém a caneta: assuma o controle da gestão da segurança pública.

“O governador não pode mais fechar os olhos e deitar a cabeça no travesseiro como se vivesse em “PASSARGADA”, deixando que a sociedade fique refém do crime organizado, principalmente a população que vive na periferia. É necessário que o Governador sente com os trabalhadores e estes sejam também autores do programa de Segurança Pública, quem realmente conhece.

Em Salvador, uma das cidades mais importantes do Brasil, onde em 24h, três policiais são mortos, o governo não pode continuar apenas contemplando a violência, enquanto os gestores da Polícia Civil e da Polícia Militar, a fim de manter-se em seus cargos, justificam o caos cotidiano que a população vem sendo vítima, como se vivêssemos na mais profunda paz. Logo, é preciso dar um novo norte na forma de combater a criminalidade, e construir um novo modelo de se fazer segurança pública”, pontou Lopes.

Eustácio fala do clima de insegurança e medo no Estado da Bahia. “Não é de agora que temos denunciado essa politica de segurança pública, que faz o nosso estado ser o tricampeão em homicídios. Agora façamos uma análise: em Salvador, capital do estado, uma das mais importantes do Brasil, a insegurança impera, imagine nas demais cidades do estado, onde existem mais de 100 cidades sem delegacia?

É inaceitável que os trabalhadores da Segurança Pública continuem sendo apenas um cadastro para o estado. Queremos uma Segurança Pública que garanta o direito a vida dos seus trabalhadores e toda a população”, finalizou o presidente do Sindpoc, Eustácio Lopes.

 

Fonte: acordacidade.com.br

 

OUTRAS NOTÍCIAS