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Secretário Fábio Vilas-Boas atribui aumento de novos casos da Covid-19 em 24 horas a sistema do ministério da Saúde

Secretário Fábio Vilas-Boas atribui aumento de novos casos da Covid-19 em 24 horas a sistema do ministério da Saúde

O secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, atribuiu o registro de mais de seis mil novos casos do novo coronavírus no último boletim epidemiológico divulgado pela Sesab ao sistema de vigilância do ministério da Saúde na manhã desta quinta-feira (23).

“Não é um aumento. O que está acontecendo: o sistema de vigilância do ministério da Saúde são arcaicos. Nunca se investiu na modernização. O antigo DATASUS nunca investiu nisso”, criticou durante entrevista ao Jornal da Manhã, da Tv Bahia.

Ele acrescenta que durante pode levar até cinco minutos para que os dados de um exame sejam registrados na plataforma, que esteve fora do ar no último final de semana.

“Só ficamos notificando os casos nossos do LACEN. Quando chega na quarta-feira, o acumulado do final de semana aparece”, continuou. Vilas-Boas alertou que a população deve se manter atenta não ao número absoluto de casos mas a quantidade de casos que resultaram em óbito e número de pessoas internadas em UTI, pois estas são taxas que “não têm como ser fabricadas”.

A Bahia foi um dos três centros escolhidos na América Latina para o desenvolvimento de uma vacina contra a covid-19. Salvador, São Paulo e Buenos Aires, além de alguns centros nos EUA, vão incluir 30 mil pacientes em um projeto de pesquisa para uma vacina que deve durar dois anos. “Os resultados devem ser já obtidos dentro de 60 dias para testar uma vacina inovadora”, comemorou.

Ele explica que esta imunização utiliza fragmentos do RNA do vírus e estimula o sistema imune a produzir anticorpos. Cinco mil baianos podem ser incluídos no estudo. Sobre as novas orientações da Sesab sobre o uso da cloroquina em pacientes diagnosticados com o novo coronavírus, o titular da pasta afirmou que os novos procedimentos estão fundamentados na “moratória” da substância pelo mundo.

Vilas-Boas salienta que estudos científicos tem comprovado que a cloroquina não funciona e pode oferecer riscos para a pacientes com históricos cardíacos. “Estamos seguindo as evidências universais”, concluiu.

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