Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on email
Share on linkedin

“Por que não falar que a gente quer maior transparência e participação popular nas contas?”, indaga vereador ao falar sobre lei orçamentária

“Por que não falar que a gente quer maior transparência e participação popular nas contas?”, indaga vereador ao falar sobre lei orçamentária

“Este foi o primeiro ano que a Câmara se debruçou sobre as peças orçamentárias a fim de estudar e entender para poder emendar. Precisamos dizer isso porque tudo o que foi causado teve este motivo. Nunca antes tinha sido feito um estudo desse. Então isso causou estranheza e levou a vários apontamentos e emendas. Utilizaram o período de recesso da Câmara para espalhar inverdades sobre a votação do orçamento. Por que não falar que a gente quer maior transparência e participação popular nas contas?”.

A indagação é do vereador Professor Ivamberg (PT), em pronunciamento feito na Câmara Municipal na última semana. De acordo com o parlamentar, foi votado o orçamento, mas, ainda assim, falaram inverdades a respeito da destinação dos valores. “Disseram que a Câmara não aprovou o orçamento; depois disseram que o Executivo iria sofrer com a não votação do orçamento, mas existe uma lei que determina o uso de 1/12 a ser usado pelo Executivo, mês a mês, para desenvolver suas atividades. Há uma previsão constitucional que o prefeito pode enviar para a Câmara solicitação de créditos especiais. Então por quê espalhar que os vereadores vão fechar a cidade porque não aprovaram o orçamento?”, questionou.

E continuou: “O que queremos deixar claro é que o Executivo está recebendo verbas do orçamento do ano passado, e e queremos frisar que não está ocorrendo e nem vai ocorrer falta total de orçamento do Executivo”. Professor Ivamberg lembrou ainda que, neste ano, haverá eleição para escolha do Presidente da República e os brasileiros verão retornar à presidência do Brasil aquele que vai “resgatar o nosso país”, o senhor Luís Inácio Lula da Silva. “É o ano de a gente trabalhar para trazê-lo de volta e tirar quem está aí. A gente não pode deixar de registrar isso”, pontuou.

Informações: Ascom

OUTRAS NOTÍCIAS