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Jornalista da Globonews revela ao vivo sobre luta contra câncer de mama; Confira

Jornalista da Globonews revela ao vivo sobre luta contra câncer de mama; Confira

Sempre sensata em suas falas sobre diversos assuntos, a jornalista Lilian Ribeiro não poupou palavras para revelar, ao vivo, nesta segunda-feira (08), que está lutando contra o câncer de mama. Quem assistia à Globonews, no programa Em Pauta, percebeu que a comunicóloga estava com um lenço na cabeça.

Na ocasião, Lilian disse que estava se tratando e que o diagnóstico ocorreu no começo do mês passado. “Você deve ter reparado, estou com o visual um pouco diferente, quero muito dividir com você o motivo disso. No dia 1º de outubro, fui diagnosticada com câncer de mama. É difícil, não é fácil, mas estou me tratando, me cuidando. Comecei a fazer quimioterapia, tenho me saído bem, como dizem os médicos, poucas reações, algumas um pouco chatinhas, mas a gente segue em frente”, comentou a jornalista.

Fazendo quimioterapia, Lilian afirmou que já perdeu boa parte do cabelo, então, ela vai apresentar o programa com o lenço nos próximos meses, até finalizar todo o procedimento e o câncer estiver sido extinto.

Mas queria muito que esse lenço fosse, para você aí em casa, a lembrança menos da doença que estou enfrentando e muito mais do fato de que estou me cuidando, fazendo o melhor por mim. Isso inclui estar aqui. Inclusive, com a orientação dos meus médicos, que entendem que estar aqui, trabalhando, atuando, também me ajuda nesse caminho”, disse.

Na Bahia, no entanto, o câncer de próstata tem cerca de 6.130 diagnósticos, ficando em quarto lugar entre os estados que mais têm ocorrências da doença no país. O correto é iniciar a rotina dos exames entre 45 e 50 anos, caso o paciente não tenha histórico familiar da doença.

No entanto, a recomendação de exames de rastreamento muda para a população afrodescendente, devendo ser iniciada aos 40 anos. A orientação é sustentada por estudos que revelam mais chances de esses homens terem o câncer precocemente e desenvolverem a forma mais grave”, explica o oncologista Augusto Mota, coordenador do Serviço de Urologia Oncológica da Clínica AMO.

Informações: BNews

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