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História da Santa Casa de Misericórdia é tema em sessão especial na Câmara Municipal de Feira de Santana

História da Santa Casa de Misericórdia é tema em sessão especial na Câmara Municipal de Feira de Santana

Na manhã desta quarta-feira (27), foi realizada na Câmara Municipal de Feira de Santana uma sessão especial para tratar da história da Santa Casa de Misericórdia, por meio do Hospital Dom Pedro de Alcântara – HDPA. Estiveram presentes representando a Santa Casa, o provedor Luiz Carlos de Souza Seixas, o coordenador Edval Gomes dos Santos e a diretora Sandra Peggy, o consultor Evandro Vieira.

A iniciativa da sessão especial foi do vereador e presidente da comissão de saúde, Emerson Minho (DC), que teve requerimento aprovado por unanimidade. O objetivo é falar sobre a história e o financiamento da instituição, bem como as dificuldades enfrentadas ao longo do tempo.

“A Santa Casa tem atuado grandemente na alta complexidade, quem executa oncologia, cardiologia e transplantes, em nossa cidade é a Santa Casa, nós somos o segundo centro transplantador da Bahia, isso é só uma parte do que fazemos, o que temos de profissionais é de primeira, é um hospital extremamente qualificado”, disse o coordenador Edval Gomes.

O vereador e membro da comissão de saúde, Paulão do Caldeirão (PSC), informou já ter apresentado anteriormente um requerimento ao Hospital Dom Pedro de Alcântara solicitando esclarecimentos a respeito das verbas públicas, verbas do ministério da saúde e valores de aditivos, além do critério que é utilizado para marcação de consultas, no entanto de acordo com ele até o momento não recebeu nenhum retorno.

“Há muito tempo o hospital não faz atendimento no centro obstétrico, nem cirurgias ortopédicas, o Dom Pedro tem funcionado a portas fechadas, gostaria de saber quais são os critérios utilizados para marcação de consultas e quais os valores recebidos tanto em verbas públicas, quanto privada, além dos valores de aditivos”, questionou o vereador Paulão. 

“Trago números objetivos, fizemos um levantamento para que essa ideia seja compreendida por todos, todos os municípios da Bahia possuem o mesmo direito desse sistema único de saúde, baseado no PPI ( Programação Pactuada e Integrada), Feira é a sede da macrorregião, isto representa mais de 2 milhões de pessoas, a média de atendimento é de 536 mil nos últimos 4 anos, a Santa Casa pode prestar  atendimento de forma legal a pacientes particulares, convênio e SUS, sendo 82 % atendimento SUS”, explicou Evandro Vieira, consultor do HDPA.

Edvandro concluiu. “Em relação a obstetrícia e a ortopedia,  temos todo interesse, mas é necessário uma estrutura diferenciada”, pontuou.

“Uma emergência aberta é um problema para a gente, primeiro muitos pacientes de alta complexidade teria que sair do hospital, e o único que atende alta complexidade é a Santa Casa, isso faz com que seja eficiente o nosso leito, em relação aos outros serviços citados nós precisamos criar leitos, deixar o hospital habilitado, topamos tudo, topamos ortopedia, mas não se tem estrutura”, explicou Edval Gomes.

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