Wagner não terá influência na escolha do candidato do PT à sucessão

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Eleito presidente do PT baiano na semana passada, Everaldo Anunciação adota uma postura mais cautelosa do que Jonas Paulo, que encerra o mandato no final do mês. Em entrevista ao jornal Tribuna da Bahia, Anunciação não trata a candidatura da senadora Lídice da Mata ao governo do Estado como sendo de oposição. “Será uma candidatura que irá competir com o projeto nacional e estadual automaticamente, pois se ela não está no projeto nacional nós teremos dificuldades. Mas esse comportamento quem pode falar é ela. Aliás, eu tenho muito respeito ao PSB e aos dirigentes do partido na Bahia”.

 Sobre a definição do nome para suceder o governador Jaques Wagner, ele não descarta nenhum dos quatro pré-candidatos citados.  Segundo Anunciação, haverá consenso na escolha. Sobre os demais partidos que desejam entrar na chapa governista, ele destaca que há espaços para serem distribuídos nas esferas de poder.

 Ao ser questionado se a vontade do governaodr vai prevalecer sobre o PT e a militância, Anunciação rebate. “Nunca no PT foi isso. As pessoas diziam isso com Lula e Dilma. A decisão é do partido, claro, ouvindo as lideranças, ouvindo o governador que é o principal cabo eleitoral nosso,  grande articulador de política que ganhou duas eleições em primeiro turno, criando uma base aliada que lhe deu a governabilidade, sendo capaz de fazer esse governo que está sendo feito na Bahia. O que vai prevalecer é a unidade, é o bom senso petista, construída com o governador, com os quatros pré-candidatos, com o partido e posteriormente com a base aliada”.  É sabido que o secretário da Casa Civil, Rui Costa, é o nome apoiaado por Jaques Wagner.

 

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