TSE determina que vídeo de Bolsonaro com os Embaixadores seja excluído das mídias

BRASILIA, BRAZIL - OCTOBER 19: President of Brazil Jair Bolsonaro looks on during a press conference with the president of Colombia Ivan Duque as part of an official visit to Brazil at Planalto Palace on October 19, 2021 in Brasilia, Brazil. (Photo by Andressa Anholete/Getty Images)
BRASILIA, BRAZIL - OCTOBER 19: President of Brazil Jair Bolsonaro looks on during a press conference with the president of Colombia Ivan Duque as part of an official visit to Brazil at Planalto Palace on October 19, 2021 in Brasilia, Brazil. (Photo by Andressa Anholete/Getty Images)

Nesta quarta-feira (24/8), o ministro Mauro Campbell, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que a TV Brasil e as redes sociais retirem do ar o vídeo da reunião do presidente Jair Bolsonaro (PL) com embaixadores, realizada em 18 de julho. 

Na reunião com diplomatas, realizada no Palácio da Alvorada, o mandatário da República voltou a levantar suspeitas sobre as urnas eletrônicas, repetiu argumentos já desmentidos por órgãos oficiais e reiterou que as eleições deste ano devem ser “limpas” e “transparentes”.

 

Após a reunião com embaixadores, diversos partidos da oposição questionaram o encontro na Justiça Eleitoral.

O Partido Liberal (PL), legenda de Bolsonaro, disse que o evento não configura propaganda eleitoral antecipada. O argumento foi o mesmo usado pela defesa do presidente, que alegou não ter caráter eleitoreiro a agenda com diplomatas.

Segundo o Em Off, Silvio não foi parte da mudança, que interrompeu as gravações da atração de maneira repentina. Afastado do SBT, o famoso está fora das telinhas desde quando apresentou o Troféu Imprensa.

Segundo Campbell, “o material veiculado em mídias sociais, em razão da proximidade do pleito, poderia, ainda, caracterizar meio abusivo para obtenção de votos, com o aumento da popularidade do representado, potencializada pelo lugar de fala por ele ocupado”.

“Há risco evidente de irreversibilidade do dano causado ao representante e à própria Justiça Eleitoral, no que tange à confiabilidade do processo eleitoral, em razão da disseminação de informações falsas, relativamente ao sistema de votação e totalização de votos, adotado há mais de vinte anos por este Tribunal”, escreveu o ministro.

Fonte: metropoles.com

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