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Traído 18 vezes feirense assume chifre após exame de DNA revelar que filhos não são dele; “Não quero mais conta”

Traído 18 vezes feirense assume chifre após exame de DNA revelar que filhos não são dele; “Não quero mais conta”

A traição é um momento delicado e marcante na vida da maioria das pessoas. Em casos extremos, leva o traído até a tirar a própria vida. Porém, há casos em que a situação é encarada com naturalidade. É o caso de um ajudante de caminhão residente em Feira de Santana. Ele revela ter sido traído em todos os casamentos. No primeiro, por exemplo, a ex-mulher teve, segundo ele, 18  Ricardões diferentes.

Em entrevista ao repórter Elias Lúcio, do Programa Diário da Feira, na rádio Subaé, Marcos Paulo, de 47 anos, confessou que até mesmo os dois filhos que teve foram frutos de traições, fato descoberto ao fazer teste de DNA nas crianças.

No último relacionamento, Marcos perdeu a paciência com as chifradas. Ao chegar em casa e encontrar a então esposa na cama com um amante, não teve dúvidas: amarrou os dois com ajuda de amigos e levou até a delegacia para lavrar o flagrante do adultério. No entanto, a atitude agressiva teve efeito contrário e o ajudante de caminhão traído acabou preso. O Protagonista reproduziu a entrevista na íntegra.

Elias Lúcio – Estou aqui com o sr. Marcos Paulo. Tudo bom?

Marcos Paulo – Tudo bom.

Elias Lúcio – Ficamos sabendo que o senhor teve um flagrante, pegou sua esposa na cama com outra pessoa. O senhor confirma?

Marcos Paulo – Confirmo.

Marcos Paulo – Como é que foi?

Marcos Paulo – Eu cheguei em casa por volta de umas 2h40 da tarde, com três colegas, e peguei ela e um cara na cama. Amarrei os dois e levei para o Complexo Policial para lavrar o ato de adultério. Mas chegando lá, pela situação que eu levei ela, daquela maneira amarrada e nua, era atentado ao pudor à mulher brasileira, aí terminou que quem ficou preso fui eu.

Elias Lúcio – O senhor a pegou na cama fazendo sexo?

Marcos Paulo – Em cima do cara. Ele pulou para um lado, ela correu para o outro. Aí amarrei os dois. Não bati em ninguém, levei de boa. Cheguei lá, eu fiquei detido algumas horas, ela foi embora e eu perdi todo o direito.

Elias Lúcio – Agora, senhor Marcos, o senhor é magrinho, como conseguiu amarrar a sua esposa e o suposto amante?

Marcos Paulo – Porque na hora os dois ficaram nervosos, não tiveram reação nenhuma de correr. Aí eu juntei dois colegas, só amarrei para ela não  fugir.

Marcos Paulo – O senhor foi avisado que estava sendo traído, ou foi uma surpresa?

Marcos Paulo – Foi uma surpresa. Ninguém me avisou, peguei de surpresa. Aí eu deixei de mão, ela ficou com casa, com tudo. Dou as despesas dos meninos e ficou tudo de boa.

Elias Lúcio – O senhor tem filhos com ela?

Marcos Paulo – Tenho um menino e uma menina.

Elias Lúcio – Mas o senhor, fazendo exames de DNA, foi constatou que um dos meninos não é seu…

Marcos Paulo – Os dois não são meus. A menina, pelo menos, me respeita, mas o menino, não. A menina ainda não tá sabendo, mas o menino já sabe, e ele não me respeita, aí eu fiquei indignado e deixei ele de mão.

Elias Lúcio – Teve outros filhos?

Marcos Paulo – Tive outro menino, com outra mulher.

Elias Lúcio – E no outro caso o senhor também recebeu “chapéu de garrote”?

Marcos Paulo – Foi, sim

Elias Lúcio – E como foi?

Marcos Paulo – Na segunda vez, pela questão de eu ter tomado os outros cornos, ela não me respeitou e pegou e deu também.

Elias Lúcio – O senhor já tomou quantos cornos?

Marcos Paulo – Da primeira foram 18. Da segunda mulher foi só um.

Elias Lúcio – E o senhor hoje vive separado?

Marcos Paulo – Separei das duas.

Elias Lúcio – O senhor vai casar, ainda?

Não. Nunca mais!

Elias Lúcio – E o pessoal fica tirando onda com o senhor?

Marcos Paulo – Não. É uma coisa normal. Eu não entrei em depressão, não fiquei agoniado, porque isso acontece com todo mundo. O que aconteceu comigo, acontece com todo mundo.

Elias Lúcio – O senhor ainda gosta da primeira mulher que lhe deu 18 “chapéus de garrote”?

Marcos Paulo – A situação acontece, a gente nunca esquece, na realidade.

Elias Lúcio – Se ela quiser voltar para o senhor, hoje, aceita?

Marcos Paulo – Não. Porque, se dependesse de mim e ela mudasse, mas não muda. Ia acontecer de novo.

Elias Lúcio – Ela tem outro relacionamento?

Marcos Paulo – Deve ter outra pessoa, mas eu não sei quem é.

Elias Lúcio – O senhor sempre foi um bom marido?

Marcos Paulo – Não saia, não ia pra canto nenhum, não ia para festa, só do trabalho para casa. Não entendi por que ela fez aquilo. Ela disse uma vez que fez porque o pai também foi traído, então ela queria descontar a raiva dela em mim.

Elias Lúcio – O senhor bebe?

Marcos Paulo – Nem bebo, nem fumo.

Elias Lúcio – O senhor batia nela?

Elias Lúcio – Não, nunca bati. Sempre fui bom marido! Eu acho que foi a distância do trabalho. Eu trabalhava fora, em Salvado. Ficava a semana toda fora de casa, aí aconteceu.

Elias Lúcio – Ela ficava carente?

Marcos Paulo – Ficava só, então, pelo jeito, uma parcela de culpa foi minha, pelo distanciamento.

Elias Lúcio – Algum desses meninos parece com o senhor?

Marcos Paulo – Parece.

Elias Lúcio – E o senhor assumiu por isso?

Marcos Paulo – Não, eu só vim saber depois, muito tempo depois.

Elias Lúcio – Quem foi que lhe contou?

Marco Paulo – Pelo jeito do dia-a-dia, o comportamento e tal, a maneira dela comigo diferente.

Elias Lúcio – O senhor já sabe quem é o pai dessas crianças?

Marcos Paulo – Não sei. Ela deve saber. Eu não sei não.

Elias Lúcio – O senhor tem contato com ela?

Marcos Paulo – Não, não tenho contato.

Elias Lúcio – Ela ficou com a casa que pertencia ao casal?

Marcos Paulo – Foi, ficou com a casa.

Elias Lúcio – E o senhor mora onde hoje?

Marcos Paulo – Hoje eu moro na Cidade Nova, na casa da minha tia.

Elias Lúcio – O senhor ainda quer casar?

Marcos Paulo – Não. 15 anos que eu não quero mais envolvimento nenhum, vou ficar só, porque não deu certo pela segunda vez. Não quero mais, não.

Elias Lúcio – O senhor disse que não ficou com nenhum trauma, mas percebe-se que o senhor ficou com trauma.

Marcos Paulo – Já aconteceu a primeira vez, já tô com 47 anos, as meninas novinhas, hoje, não querem mais um cara que trabalhe, só querem curtição. Então não quero passar pela experiência mais, não.

Elias Lúcio – E o senhor faz o que agora, assim, como homem?

Marcos Paulo – Não quero mais conta.

Informações: O Protagonista

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