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Testamos a calcinha vibratória e contamos toda a experiência

Testamos a calcinha vibratória e contamos toda a experiência

A calcinha vibratória é um  brinquedo erótico que atrai curiosidade com a promessa de prazer e discrição em um só vibrador . Ela, inclusive, já apareceu em cenas de filmes como “50 tons de cinza”, “A verdade nua e crua” e até o brasileiro “De pernas para o ar”. O diferencial mesmo está em sair de casa usando o  vibrador acoplado à calcinha e controlar ele por aplicativo no celular – ou pedir para que a pessoa que está com você dite o ritmo da vibração.

Mas afinal, a calcinha vibratória funciona? Vale o investimento? Testei o modelo Satisfyer Sexy Secret , um dos mais vendidos quando se fala em calcinha vibratória controlada por aplicativo (porém também funciona sem, rodando um programa próprio de vibrações, tal qual uma cadeira de massagem). Ela custa, em média, R$ 650. Desenvolvido com um silicone seguro para o corpo, ela promete uma vibração potente e silenciosa, apesar do tamanho discreto e pesar apenas 200 gramas. A bateria é carregada por cabo USB e corrente elétrica e tem longa duração. Um diferencial deste vibrador para outros do mercado é o ímã em círculo que garante a permanência na calcinha no mesmo lugar, independente da movimentação.

Confesso que mesmo com uma curiosidade alta pelo brinquedo erótico, eu não colocava muita fé em um vibrador focado no clitóris – o que é bem diferente de um sugador de clitóris. Em conversa com a Natali Gutierrez, fundadora da Dona Coelha, ela me passou um segredo para aproveitar melhor a experiência com a calcinha vibratória e seu aplicativo de controle: colocar um funk com uma batida muito boa e me deixar levar.

A experiência

No começo não entendi muito bem a indicação, mas foi o suficiente para aumentar a curiosidade e testar no mesmo dia. Acredito que, de todo o processo, a parte mais chatinha é baixar o aplicativo e fazer todo o cadastro. De resto, ele é bastante intuitivo e funcional. Com ele você tem acesso aos seis programas de vibração do brinquedo e, depois, pode viver seu momento Mônica de Friends, quando ela cria a sequência perfeita para atingir o orgasmo e criar os seus programas com base nas vibrações disponíveis.

Os meus programas preferidos foram o wave que, como o nome em inglês sugere, faz a vibração acontecer como se fosse em ondas; o pulses, onde existem pulsos ritmados de vibração; o accelerator, com uma vibração em ondas mais rápidas; e o big fun que é, praticamente, um compiladão desses últimos.

O funk

Finalmente chegamos à parte que me deixou curiosa. No modo vibrações musicais, você pode adicionar músicas que estão no seu celular a playlist do aplicativo e a batida das músicas vai reproduzir a vibração. Como eu uso serviços de streaming, usei a opção de som ambiente, onde o aplicativo tem acesso ao microfone do celular e coloquei as músicas que eu escolhi ( “se teu hobby é sentar, não vou te criticar…” ).

Foi, de longe, a parte onde eu mais me diverti e senti prazer de fato – inclusive quando passou uma moto na rua de casa e a calcinha reproduziu a vibração do som da moto. Acredito realmente que funciona bem com músicas que têm uma batida forte, deixando a experiência muito mais prazerosa.

Veredito

Calcinha vibratória

Eu gostei do brinquedo e pelo tamanho e praticidade, isso me estimulou a usar mais vezes e em momentos aleatórios. Minha única ressalva é que ele não é tão silencioso quanto promete. Talvez, em uma multidão e com som ambiente, ele passe despercido. Mas em um lugar silencioso, com certeza as pessoas vão se questionar de onde está vindo o “bzzzz” – e se é realmente da sua vagina.

Uma observação final: como eu falei antes do texto, o aplicativo permite que outra pessoa possa controlar a vibração do brinquedo. Entretanto, eu não usei esta função porque preferi descobrir primeiro sozinha quais vibrações me interessam mais. Mas do que eu já percebi, estou curiosa para usar em dupla, inclusive na hora do sexo, já que o ímã que prende o vibrador à calcinha é bem resistente. Vale o experimento .

 

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