Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on email
Share on linkedin

Tatá Werneck era odiada por autor de novelas

Tatá Werneck era odiada por autor de novelas

Se hoje Tatá Werneck é sucesso e praticamente unanimidade, nem sempre foi assim. E não estamos falando de casos da infância ou adolescência… Em entrevista ao podcast “Papagaio Falante”, apresentado por Sérgio Mallandro e Renato Rabelo, o diretor Wolf Maya revelou que Silvio de Abreu não ia muito com a cara da atriz. Na época, o novelista era o responsável pelo setor de dramaturgia da Globo.

 “Tinha muita gente que pensava diferente sobre Tatá. Eu suei, cara, para emplacá-la! Na época, não sei quem estava mandando, acho que era o Silvio de Abreu… Ele odiava ela! Não queria a Tatá de jeito nenhum!”, começou Wolf.

Wolf, diretor que lançou Tatá como atriz de novelas, em “Amor à Vida” (2013), revelou que Silvio não achava a menor graça nas piadas da atriz

Silvio achava ela sem graça. Dizia que era atriz de uma personagem só”.

O diretor, que está fora da Globo desde 2016, continuou destacando que pediu que ele desse uma chance: “Eu falei: ‘aguarde!’ Talvez ela até seja ‘uma personagem só’, mas ela desculpa o personagem dela de acordo com a necessidade dela, de onde ela está agindo, e é genial”, finalizou o diretor.

Até a fechamento desta matéria, Tatá Werneck e Silvio de Abreu não haviam se pronunciado sobre o assunto

JUSTIÇA CONDENA WOLF MAYA A INDENIZAR ALUNO

Por decisão do juiz Luiz Felipe Negrão, Wolf Maya foi condenado a indenizar, por danos morais, um aluno de sua escola de atores. O magistrado determinou o valor de R$ 10 mil.

Ricardo Figueiredo de Oliveira que é ex-aluno da Escola de Atores Wolf Maya, processou o diretor de TV e ator de novelas após ter sido obrigado a deixar as dependências da escola usando apenas uma cueca e uma blusa.

Segundo os autos do processo, Ricardo estudou na instituição, no Rio de Janeiro, entre 2015 e 2018 e tinha como trabalho de conclusão de curso a participação como ator em um filme produzido pela instituição. A programação de filmagem já era definida, mas o estudante tinha uma viagem marcada no último dia do cronograma e por conta disso, pediu para adiantar as suas gravações.

No dia 07 de junho de 2016, quando o aluno gravaria a última cena, o diretor teria começado a “protelar as gravações, soltando diversas indiretas, dando a entender que o autor da ação teria que desmarcar a viagem”.

Wolf Maya teria se descontrolado com a negativa do aluno para desmarcar a viagem e dito: “Saia da minha escola, eu não quero mais ver você na minha frente, suma daqui, não apareça mais aqui nem no Freeway (centro comercial onde se localiza a escola)”.

RICARDO FOI OBRIGADO A TIRAR O FIGURINO

Conforme os autos do processo, o ex-diretor da Globo teria expulsado o aluno do estúdio, mas antes teria obrigado Ricardo Figueiredo a tirar o figurino do filme que ele estava vestindo. Isso na frente dos demais alunos presentes, fazendo com que o estudante deixasse a escola apenas de cueca e camiseta. Ainda segundo o documento, Maya teria xingado Ricardo de “seu m*rda, filho da p*ta”.

No processo, contudo, Wolf Maya afirma que foi gentil com o aluno, pedindo que ele ponderasse e adiasse seu compromisso pessoal a fim de não prejudicar o filme. Como o autor da ação teria se mantido irredutível, ele foi aconselhado a se retirar do ambiente.

Na sentença, Luiz Felipe Negrão decidiu que Maya pague uma indenização de R$ 10 mil ao ex-aluno, com juros de mora de 1% ao mês, a contar da citação, do valor da ação, além de metade das despesas do caso, com direito a restituição. A sentença foi dada em primeira instância, e Wolf Maya poderá recorrer à decisão.

 

Fonte: ofuxico.com.br

OUTRAS NOTÍCIAS