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Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários ingressa ação para garantir empregos

Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários ingressa ação para garantir empregos

O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Feira de Santana decidiu nesta quinta-feira (14) ingressar com mais uma ação na Justiça para garantir o emprego e os direitos trabalhistas da categoria.

A decisão foi motivada após a última rodada de mediação realizada por vídeoconferência entre os representantes do Ministério Público do Trabalho (MPT), da Secretaria de Transportes e Trânsito, do sindicato e das empresas Rosa e São João.

Infelizmente tivemos uma reunião que não trouxe avanços. As empresas continuam alegando dificuldades e que vão manter as demissões. A Prefeitura, por sua vez, não apresentou nenhuma alternativa de auxílio, ou aporte financeiro para evitar as demissões. Então não nos resta outra alternativa. O MPT ingressará com uma ação para reintegrar os trabalhadores demitidos e nós também seremos integrantes desse processo”, explicou o presidente do sindicato Alberto Nery.

Ainda de acordo com Nery, todos os esforços que estavam ao alcance do sindicato foram feitos para que a empresa mantivesse os trabalhadores.

Não aceitamos as demissões porque aderimos a medida provisória 927, que permitiu as empresas darem férias a alguns trabalhadores e só fazer o pagamento do 1/3 em dezembro e também a medida provisória 936 que permitiu a redução de jornada. Além disso, fomos até um banco onde existiam empréstimos consignados para pedir a suspensão temporária da cobrança, então contribuímos de diversas formas priorizando a manutenção dos postos de trabalho e de repente as empresas fazem essas demissões dessa forma”, lamenta o presidente.

Segundo Nery, o sindicato já tem uma liminar que proíbe a empresa Rosa de retirar os ônibus da cidade e que entrará com mais uma ação cautelar contra a São João. Para o presidente, a Prefeitura também tem responsabilidade sobre a situação e precisa tomar alguma atitude.

Precisamos que o Poder Público entenda que precisa fazer alguma coisa para evitar um colapso no sistema de transporte. São mais 300 trabalhadores que podem ficar sem renda em um momento complicado como esse, são 300 famílias! Estamos diante de um problema grave e o Governo Municipal precisa agir de acordo com essa gravidade, nós precisamos de um governo atuante que não só ajude, mas assuma a responsabilidade diante do problema que estamos vivendo”, cobrou.

O sindicato vai aguardar a o desdobramento da reintegração. ‘’Vamos fazer o que tiver ao nosso alcance para evitar demissões, inclusive para garantir o pagamento dos dias que não foram trabalhados, e não vamos aceitar exclusão de direitos”, finalizou Nery.

Informações Ascom

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