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Segundo advogado, incompetência do prefeito e superintendente violam a legislação de trânsito em Feira

Segundo advogado, incompetência do prefeito e superintendente violam a legislação de trânsito em Feira

Câmeras de monitoramento serão instaladas em diversas  ruas e avenidas de Feira de Santana, para fiscalizar através do Centro de Controle Operacional (CCO) infrações de trânsito. Mas conforme o advogado, especialista em legislação de trânsito, Bruno Sobral, em entrevista ao programa Levante a Voz na rádio Sociedade News FM,  no contexto de Feira de Santana, essa ferramenta apresenta uma solução desvirtuada.

“Nem tudo que é legal,  é honesto, a fiscalização eletrônica do trânsito é um sistema normatizado, existe na lei, no entanto dentro de um contexto maior, em uma cidade que existe gestão do trânsito, essa ferramenta vem como algo a mais. Quando analisamos com uma perspectiva técnica, as vias de Feira de Santana, são totalmente desprovidas de sinalização, no município não existe gestão de trânsito, a começar pelo incompetente gestor da pasta”, explica.

Conforme Bruno, é ilegal a instalação, da câmeras na cidade, pois existe uma grande deficiência na sinalização de trânsito, “o Município fala que o videomonitoramento vem para ajustar a gestão, que gestão? O município infringe as normas, pois se formos em diversas vias vamos constatar infração de trânsito ocorrendo de forma bem patente por conta de uma sinalização indevida que não se encontrada em perfeitas condições de preservação e visibilidade, o que constitui uma infração ao Código de Trânsito Brasileiro”, afirma.

Bruno declara que esse projeto é, “extremamente imoral, verdadeiro caça níquel. Mais uma vez a corja política se valendo do trânsito para encher os cofres e assaltar a população”, disse.

“O Município por meio dos incompetentes  prefeito Colbert Martins (MDB) e o superintendente Municipal de Trânsito,Cleudson Almeida violam a legislação de trânsito e alegam estarem a cumprir pelo  videomonitoramento. O superintendente responde a dois processos de improbidade administrativa, violação de licitação e preceitos da administração pública”, relatou.

Para concluir o advogado afirma que a solução é “o  Município colocar a gestão em prática, sinalizar as vias, busca ordenar o trânsito e aí sim, lançar mão de uma ferramenta a mais”, concluiu.

Informações: Conectado News

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