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Secretário Marcelo Brito põe culpa dos atrasos de pagamento de contratados da Saúde de Feira na “burocracia”

Secretário Marcelo Brito põe culpa dos atrasos de pagamento de contratados da Saúde de Feira na “burocracia”

Queixa recorrente em programas de rádio e redes sociais, o pagamento de contratados da Prefeitura, principalmente em relação à Saúde, tem um vilão: a burocracia. Pelo menos é o que diz o secretário municipal de Saúde, Marcelo Britto, em entrevista a Dilton Coutinho, no Acorda Cidade.

Segundo o secretário, existem regras rígidas sobre pagamento no serviço público e devem ser seguidas, sob pena de punições severas, inclusive do ponto de vista pessoal. “É a forma que se tem de evitar desvios de comportamento”, pontua.

Sobre os atrasos de pagamento aos contratados, Marcelo Britto diz o seguinte: “Eu diria que não é culpa nem da prefeitura, nem das empresas. O que tem acontecido é que existe uma regra legal para que a prefeitura possa fazer o pagamento. Uma coisa é Marcelo, pessoa física, querer fazer um pagamento. Eu tiro o dinheiro do bolso e pago. Na prefeitura eu não tenho esse direito. Para realizar um pagamento de uma dessas unidades, existe um regramento legal, a lei me impõe que a empresa faça uma prestação de contas. Às vezes essas prestações de contas são grandes”, pondera.

“A Secretaria de Saúde tem uma equipe que vai fazer a fiscalização e auditoria dessas contas, depois ela liberar o pagamento, pelo Fundo Municipal de Saúde. Se o secretário fizer uma liberação disso, sem à aprovação da equipe de fiscalização, eu sou incurso em um ilícito, responderei com patrimônio próprio porque autorizei um pagamento como desse. Então, eu não tenho escolha. A empresa tem que correr para fazer a prestação de contas, dentro do que é preconizado nas regras de contabilidade e nas regras de edital. Eu tenho que correr com a equipe de fiscalização, fazendo a verificação”.

“Se existe alguma inconformidade, nós separamos a parte, suspendemos o pagamento, apenas dessa parte, pois a parte correta é imediatamente liberada. E, a partir daí, damos à empresa a oportunidade para que ela justifique. Justificativa acatada, libera-se o pagamento. Tudo dentro do poder público é burocrático. É a forma que se tem de evitar desvios de comportamento”, explica o secretário.

Informações: O Protagonista

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