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SEC promove formação de atendimento especializado e de Braile para professores da Educação Especial

SEC promove formação de atendimento especializado e de Braile para professores da Educação Especial

A  Secretaria da Educação do Estado (SEC), em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), iniciou nesta segunda-feira (4), uma formação para educadores da rede estadual que trabalham com a Educação Especial. O projeto envolve 210 profissionais da Educação e possui uma carga horária de 120 horas, com oficinas interativas, seminários, intervenções e práticas pedagógicas multidisciplinares. A atividade, intitulada de “Caminhos plurais”, segue até o próximo dia 9 e retorna para uma segunda semana de formação entre 18 a 23 deste mês.

Para a superintendente de Políticas para a Educação Básica da SEC, Manuelita Brito, a formação atende a uma necessidade dos educadores de compartilharem novas possibilidades pedagógicas.  “O encontro é focado em dois aspectos da Educação Especial: o atendimento educacional especializado e a formação em Braille. Será uma formação em duas semanas, com uma programação intensa, para ampliar o repertório de possibilidades pedagógicas dos educadores e encontrarmos a melhor estratégia para integrar, ainda mais, os estudantes com algum tipo de deficência em uma sala regular”.
A rede estadual de ensino tem 11.247 estudantes matriculados no atendimento educacional especializado, em 1.047 escolas do Estado. Além disso, conta 13 centros que atendem a cerca de 3.200 estudantes no turno oposto às aulas com atividades específicas para cada necessidade e realizam, de forma contínua, formação com os profissionais. De acordo com  a coordenadora da Educação Especial da SEC, Marlene Cardoso, além de qualificar o quadro docente, a formação irá beneficiar os estudantes da rede com aulas mais qualificadas.   “A nossa missão é ter uma escola inclusiva, para que todas as pessoas que queiram estudar sejam atendidas. Toda família que necessite matricular um estudante com deficiência deve fazer uma matrícula normal, em qualquer unidade de ensino da rede pública”.
A professora de dança e pedagoga Natalia Rocha, que possui baixa visão, ministrou, hoje, uma das oficinas para os participantes.  “Apresentei para meus colegas uma abordagem destacando as potencialidades dos corpos de pessoas que possuem deficiências. A formação é muito importante, ela abre um contato direto entre os professores que estão em salas de aulas com outros profissionais que estão estudando a educação inclusiva. O encontro garante uma troca de conhecimento que promove um olhar diferenciado para o tema e promove um apoio para os professores com mais qualificação”.
Informações: SEC

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