Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on google
Share on email
Share on linkedin

Rui diz que pode conversar com governo sobre ação da Força Nacional no Estado, mas que agentes devem deixar local antes

Rui diz que pode conversar com governo sobre ação da Força Nacional no Estado, mas que agentes devem deixar local antes

O governador Rui Costa (PT) disse nesta sexta-feira (18) que pode conversar com o Governo Federal sobre a ação da Força Nacional nos municípios Prado e Mucuri, mas que antes disso os agentes do programa de cooperação de Segurança Pública devem deixar o local.

Na última quinta-feira (18), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, deu um prazo de 48h para que a Força Nacional de Segurança deixasse o sul do Estado – respondendo a um pedido de liminar apresentado pelo governador.

“A primeira coisa que o governo federal tem que fazer é obedecer a decisão judicial. Depois de cumprida a decisão, nós sentaremos para conversar sobre qualquer coisa”, disse durante visita ao município de Barra.

A Força foi destacada para desapropriar famílias instaladas em um assento de lavradores ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST). Rui destacou que o assentamento é regular, do Incra, e que os trabalhadores ocupam o local há mais de dez anos, reiterando que não havia ali nenhuma disputa pelo território ou conflito que necessitasse de mediação.

“Acho que o Tribunal de Contas deveria apurar esse processo porque estamos falando não de disputa de terra. Ali não há mais nenhuma disputa de terra, não estamos falando de alguém que ocupou a terra e que o proprietário quer de volta e precisa de força policial. Não é disso que estamos falando”, acrescentou.

Rui também agradeceu e parabenizou a decisão do Supremo e disse que tem orgulho de respeitar o pacto federativo. Ele ainda disse que a lei, a constituição, é clara, e que, em sua opinião, a postura do governo beirou a “crime de responsabilidade” – além de ser um “brutal desperdício de dinheiro público”, uma medida “midiática, política e sem efeito concreto”.

“Temos que respeitar o desejo da população. Isso se chama pacto federativo, chama-se democracia. Infelizmente, o atual governo não tem nenhum apreço, apego à democracia, ao pacto federativo”, lamentou. Nesta sexta, mais cedo, Rui Costa alcançou a marca de 600 viagens a trabalho ao interior do Estado ao aterrizar na cidade de Ibititá.

Informações – BNews

OUTRAS NOTÍCIAS