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Roberto Alvim se defende e diz que o discurso em que parafraseia o ministro da Propaganda de Adolf Hitler, Joseph Goebbels, foi “coincidência”.

Roberto Alvim se defende e diz que o discurso em que parafraseia o ministro da Propaganda de Adolf Hitler, Joseph Goebbels, foi “coincidência”.

Ao tentar se justificar, o secretário de Cultura, Roberto Alvim, disse nesta sexta-feira (17/01/2020) que o discurso em que parafraseia o ministro da Propaganda de Adolf Hitler, Joseph Goebbels, foi “coincidência”.

Vídeo publicado nessa quinta-feira (16/01/2020) pela Secretaria Especial de Cultura mostra Alvim citando trechos de discurso de Goebbels para anunciar o Prêmio Nacional das Artes.

O secretário foi alvo de críticas desde então, inclusive de Olavo de Carvalho, guru bolsonarista.

Em rede social, o secretário do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) acusa a esquerda de estar promovendo uma “falácia”.

“Foi apenas uma frase do meu discurso na qual havia uma coincidência retórica. Eu não citei ninguém. E o trecho fala de uma arte heroica e profundamente vinculada às aspirações do povo brasileiro. Não há nada de errado com a frase”, explicou.

No texto, Alvim diz que o discurso foi baseado em um “ideal nacionalista para a arte brasileira”. Ele reforça ter ocorrido uma “coincidência” e afirma que jamais citaria uma frase de Goebbels.

“Foi, como eu disse, uma coincidência retórica. Mas a frase em si é perfeita: heroísmo e aspirações do povo é o que queremos ver na Arte nacional”, completou.
Fonte: Metrópole

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