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Programa Caldeirão em Ação “Tira ou Deixa no Caldeirão” com o Vereador Emerson Minho

Programa Caldeirão em Ação “Tira ou Deixa no Caldeirão” com o Vereador Emerson Minho

Na manhã deste domingo (13), no Programa Caldeirão em Ação, na Rádio Subaé 1080, foi realizado o quadro “Tira ou Deixa no Caldeirão” ao comando de Paulão do Caldeirão, com a presença do vereador e Emerson Minho.

O primeiro a sair do Caldeirão, foi a CPI das cestas básicas de Feira de Santana. “A CPI é uma comissão que apenas trouxe a tona um assunto que foi muito falado na cidade e nós apenas queremos ver ao final dessa investigação qual será a conclusão”, afirmou.

O edil, tirou do Caldeirão o governador Rui Costa. “Existe algumas falhas, mas eu tiro ele do caldeirão pois é um grande administrador, não é 100%, mas dá para tirar do caldeirão”, pontuou.

“Tiro do caldeirão o ex-prefeito José Ronaldo, ele é uma pessoa de voz mansa e aprendi muito sobre politica com ele, é uma pessoa que cumpre tudo que fala, e pelo o que o mundo politico fala dele eu o tiro do caldeirão”.

O edil tirou do caldeirão o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto. ” Tiro do caldeirão por muitas politicas públicas que desenvolveram e ele conseguiu dialogar com o governador, eles sentaram e dialogaram para ver o que era o melhor para comunidade”, disse o edil.

Emerson, tirou do Caldeirão o ex-presidente Lula. “Até por ser da lei, se houve ou não crime de fato não foi materializado, se fosse nos Estados Unidos quem estaria preso era o Juiz Sergio Mouro, pois foi tendencioso, não existiu imparcialidade”, afirmou.

“Tiro do caldeirão o ex-prefeito Tarcísio Pimenta, ele investiu na saúde e na educação, por isso eu o tiro do caldeirão”.

O vereador não tira do caldeirão o atual Presidente Bolsonaro. “Não compactuo com a política de Bolsonaro e então não o tiro do caldeirão, ele é o único presidente que vai contra a ciência, anda sem máscara e provoca aglomerações”.

Emerson não tirou do caldeirão o secretário de comunicação, Edson Borges, “Acho que falta da imprensa da prefeitura uma maior cobertura da Casa e da CPI de uma forma imparcial, então ficou a desejar neste ponto, afirmou o edil.

Não tirou do caldeirão o secretário de governo, Denilton Brito. “Ele não atende as ligações, eu esperava respostas e não obtivemos uma resposta, talvez por falta de autonomia”.

O vereador não tirou do caldeirão o colega edil, Lulinha. “Eu até gosto dele como pessoa, mas alguns assuntos que são favoráveis a população ele não quer que passe e ele é muito agoniado e as vezes acaba se atrapalhando. 

Emerson não tirou o vereador Pastor Valdemir. “Eu o considero muito, mas durante as sessões da CPI ele ficava querendo atrapalhar, me desconcentrar, e também em alguns projetos  de benefícios para o povo ele não vota a favor”, explicou.

“Tenho pouca aproximação com ele, mas ele colocou um projeto para beneficio próprio com tanta agilidade e quando é para o povo demora tanto para dar prosseguimento”, disse sobre o procurador do Município, Moura Pinho.

“Eu apoiei o deputado Zé Neto durante as eleições, mas não o tiro do caldeirão, estou falando da pessoa politica dele, se ele ouvisse mais o povo ele seria o prefeito de Feira”, afirmou. 

O vereador Emerson não tirou do caldeirão o prefeito Colbert Martins. “Não o tiro do caldeirão em principal pela falta de diálogo, nossos requerimentos e indicações não são respondidos, além dos Projetos aprovados na Câmara que o prefeito não sanciona”, encerrou o edil. 

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