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Programa Caldeirão em Ação “Tira ou deixa no Caldeirão” com a diretora da APLB, Marlede Oliveira

Programa Caldeirão em Ação “Tira ou deixa no Caldeirão” com a diretora da APLB, Marlede Oliveira

Diretora Marlede Oliveira da APLB Feira esteve na manhã deste domingo(20) no programa Caldeirão em Ação, na rádio Subaé AM 1080.

Durante entrevista ao Caldeirão em Ação, a diretora pede que o governo municipal explique onde e quando será repassado o valor do precatório do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério – FUNDEF. “O valor chegou ao município em 2018 e 60 % é da classe dos trabalhadores da educação, mas o governo municipal não paga, entramos na justiça e inclusive o juiz daqui não deferiu ao nosso favor e desceu para Salvador”, pontuou.

Marlede Oliveira reclama do tratamento que o sindicato recebe do atual prefeito Colbert Martins. “Quando Colbert entrou no governo achamos que seria diferente do antigo prefeito, mas fomos a prefeitura em busca de uma audiência com ele e ao invés de nós atender ele mandou fechar a prefeitura e ficamos presos das 18h às 00:00h com luz apagada e sem direito a ir ao banheiro, esse foi o tratamento que recebemos de início”, informou.

“Fomos surpreendidos com a pandemia e baixaram o decreto com a suspensão das aulas, era para o governo dar condições para ter aulas, e o prefeito aproveitou que e cortou nosso salário alegando que é hora extra, mas não se trata de hora extra, nós ganhamos em 1° instância, o governo entrou com liminar, mas quando a sentença sair eles vão tomar um susto”.

Marlede Oliveira afirma que não existe diálogo com o prefeito Colbert Martins. “Nem tudo que o prefeito fala se escreve, ele não cumpre a lei, temos uma lei para pagar os precatórios do FUNDEF e ele não cumpre, ele cortou até 70% dos salários dos professores e eles não prestaram conta até agora”, assegura a diretora.

“Os recursos vêm todo mês normalmente com ou sem conselho, o prefeito vem informando que sem conselho o valor não virá, é mentira é para confundir a população”, afirmou. 

Marlede participou também do quadro Tira ou Deixa no Caldeirão, onde tirou do caldeirão:

Ela tirou do caldeirão o ex-prefeito Tarcísio Pimenta, ” Faltou pulso dele quando estava no governo, mas não vou queimar ainda mais”.

Marlede tirou do Caldeirão o ex-ministro José Dirceu. “Ninguém prova que ele é ladrão, desde que Lula foi presidente, a burguesia se juntou para difamar”, afirmou Marlede.

Tirou do caldeirão o secretário de comunicação, Edson Borges, ” Tá no governo errado, mas ele é gente boa”. 

Tirou do Caldeirão o deputado Zé Neto.” Aqui em Feira tem gente pior do que ele, nunca me desrespeitou”, confirmou.

Tirou a CPI das cestas básicas. “Sou a favor, quero ver ao final dessa investigação qual será a conclusão”, afirmou.

A diretora da APLB tira do Caldeirão o ex-presidente Lula. “Não queimo não, eu tiro do caldeirão, ele tirou o povo da miséria, ele incomodou a burguesia, e por isso foi perseguido”, afirmou.

Não tirou do caldeirão o presidente Jair Bolsonaro. “Ontem fomos a rua contra Bolsonaro, mais de 500 mil mortes, pois não temos vacina, fora Bolsonaro”, assegurou.

Lulinha não foi retirado do caldeirão. “Antes na câmara nós não tínhamos vez”.

“Não tiro do caldeirão o secretário Pablo Roberto, essa questão da CPI das cestas básicas foi na secretaria dele, então deixa queimar”.

Rui Costa também permaneceu no caldeirão a pedido da diretora da APLB.
Não tirou do caldeirão Eduardo Cunha. “Cunha ajudou a dar o golpe em Dilma”, afirmou Marlede.

Marlede não tirou do caldeirão a Jornalista, Líneia Fernandes. “Quando recebemos a notícia do corte dos salários, ela não defendeu a categoria e com essa questão dos votos na câmara em relação ao FUNDEF recebemos dela o card com os votos dos vereadores, afirmando que os mesmos são contra a educação”, afirmou.

Antônio Palloci também ficou no caldeirão para queimar. “Quem é amigo de Mouro não é amigo do povo, e também não tiro ele do caldeirão”.

Não tirou o ex-prefeito ACM Neto. “Não tiro, pois, ele não defende a população pobre e não é pela categoria da educação”, disse Marlede.

Segundo Marlede faltam 500 professores na rede, a diretora não tira do caldeirão o prefeito Colbert Martins. “Foi uma decepção, ele deixou professor passar fome em Feira, ele não reformula plano de carreira, não paga o precatório, a educação de Feira não melhorou, as cooperativas continuam na cidade, não criou os cargos para colocar os concursados”, pontuou.

“Não tiro do caldeirão Moura Pinho, deixa queimar”, afirmou Marlede.

 

 

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