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Professores da rede municipal paralisam atividades nesta segunda

Professores da rede municipal paralisam atividades nesta segunda

Os professores da rede municipal de ensino de Feira de Santana vão paralisar as atividades, nesta segunda-feira (25), e realizarão uma mobilização em frente à Secretaria de Educação, seguindo programação aprovada em assembleia.

Em nota, a Prefeitura Municipal considerou a ação como um ‘risco de dano irreparável para a população’.

Confira nota na íntegra:

Apenas 17 dias após a Justiça suspender a greve dos professores, considerada como “risco de dano irreparável para toda a população”, a APLB Sindicato volta a anunciar uma nova suspensão das atividades nas escolas da rede pública de Feira de Santana, prejudicando de forma irresponsável mais de 53 mil alunos que estudam na rede municipal. Desta vez, a APLB convoca os professores para mais uma paralisação nesta segunda-feira, 25, com mobilização na Secretaria de Educação.

As aulas do ano letivo de 2022 foram iniciadas em 21 de março e suspensas pelo movimento grevista em 31 do mesmo mês. Em liminar, o juiz determinou multa diária no valor de R$ 10 mil, caso o movimento não fosse encerrado no prazo de 24 horas.

A Secretaria Municipal de Educação vem mantendo o diálogo com a diretoria da APLB Sindicato, conforme calendário de reuniões que contam com a participação de professores representantes da categoria.

Ainda em março, o Governo Municipal garantiu aos professores a adequação do piso salarial da categoria, retroativo ao mês de janeiro, e o reajuste de 5% a partir de maio para os demais professores cujos vencimentos já ultrapassam o piso – estabelecido pelo Governo Federal com valor de R$ 3.845,63, no ano de 2022.

A Secretaria de Educação convocou, na semana passada, mais 317 professores que fizeram o processo seletivo via Regime Especial de Direito Administrativo (REDA) para atuarem nas escolas municipais. O Governo Municipal espera que essa nova ameaça da APLB não volte a prejudicar os mais de 53 mil alunos que ficaram sem aula por dois anos, por conta da pandemia Covid-19. 

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