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Pesquisa feita por ‘Todos pela Educação’ demonstra a importância das eleições de 2022

Pesquisa feita por ‘Todos pela Educação’ demonstra a importância das eleições de 2022

O Todos Pela Educação divulgou nesta quarta-feira (28) uma pesquisa que mostra a importância da população em idade eleitoral avaliar as propostas dos candidatos à eleição para a educação do país. O levantamento foi publicado um dia antes do Dia Mundial da Educação.

Enquanto a grande maioria (59%) disse que o tema é muito importante, 32% das pessoas ouvidas consideram o tema pouco importante ou indiferente na hora de votar. 9% não sabe ou não respondeu.

Importância da educação nas eleições — Foto: Arte g1

Importância da educação nas eleições — Foto: Arte g1

Para Lucas Hoogerbrugge, líder de Relações Governamentais do Todos Pela Educação, isso acontece porque as pessoas têm outras prioridades para o ano eleitoral.

“Perante o alto grau de insatisfação da população com a condução do governo federal na educação, 59% dos entrevistados consideram como muito importante o tema da educação na hora de votar. É um número expressivo perante aqueles que consideram pouco importante (15%), ou seja, que acreditam que a educação é uma pauta importante, mas considera outras áreas mais prioritárias e aqueles que são indiferentes a proposta da educação na hora de votar”, diz.

Áreas que melhorariam se a educação fosse prioridade — Foto: Arte g1

Áreas que melhorariam se a educação fosse prioridade — Foto: Arte g1

Já o especialista em políticas públicas pela UFRP Luiz Antônio Battistini diz que o número gera preocupação.

 

“Um terço é uma fatia muito grande em um país de mais de 200 milhões de habitantes. É preciso considerar que a educação impacta também na economia e na violência, por exemplo. O assunto precisa ser tratado e cobrado com a importância que tem”, explica.

 

O assunto também foi abordado no levantamento. Se a educação fosse prioridade entre os pré-candidatos aos governos federal e estadual, áreas como desemprego e violência teriam uma redução significativa para 49% e 40% dos entrevistados respectivamente, enquanto 33% acha que a renda melhoraria.

A pesquisa ouviu 3.860 pessoas por entrevistas telefônicas. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de 1,6% para mais ou para menos sobre os resultados encontrados na amostra.

 

 

Fonte: g1.globo.com

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