Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on email
Share on linkedin

‘O espírito do anticristo opera em Putin’, diz primaz da Igreja Ortodoxa da Ucrânia

‘O espírito do anticristo opera em Putin’, diz primaz da Igreja Ortodoxa da Ucrânia

Enquanto o mundo assiste assustado o desenrolar do conflito entre a Rússia e a Ucrânia no Leste europeu, lideranças religiosas no mundo inteiro especulam de que forma esses acontecimentos estariam relacionados ao cumprimento das profecias bíblicas, especialmente no que envolve à figura do “anticristo”.

Para o líder religioso Epifânio I, primaz da Igreja Ortodoxa da Ucrânia, não há dúvida de que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, estaria sendo influenciado pelo “espírito do anticristo”.

Em uma declaração feita no último domingo (27), Epifânio I, cujo nome de nascimento é Sergei Petrovich Dumenko, argumentou que Putin estaria enquadrado em algumas características descritas pela Bíblia Sagrada acerca do anticristo.

Ele citou, por exemplo, elementos como “orgulho, devoção ao mal, crueldade, falsa religiosidade”, fazendo inclusive uma associação do atual presidente russo com o genocida alemão Adolf Hitler, que ordenou o assassinato de pelo menos seis milhões de judeus durante o seu governo.

“O espírito do Anticristo opera no líder da Rússia, cujos sinais as Escrituras nos revelam: orgulho, devoção ao mal, crueldade, falsa religiosidade. Este foi Hitler durante a Segunda Guerra Mundial. Isso é o que Putin se tornou hoje”, declarou Epifânio em um comunicado feito pelo próprio site da Igreja Ortodoxa da Ucrânia.

A visão de Epifânio I, no entanto, confronta a perspectiva do líder da Igreja Católica Ortodoxa Russa, conhecido como Cirilo I de Moscou, ou simplesmente “Kirill” no idioma local.

Nesse aspecto, é importante o leitor entender que a ortodoxia católica (que é diferente da tradição romana, adotada pelo Vaticano) se dividiu em duas correntes em 2018, formando a vertente russa e ucraniana, cada qual com os seus respectivos líderes.

O líder da Igreja russa, por exemplo, classificou os adversários ucranianos como  “forças do mal” em um discurso proferido no último domingo, segundo a Religion News Service.

Informações: Feira 24h

OUTRAS NOTÍCIAS