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Nova licitação para Zona Azul vai acontecer em março

Nova licitação para Zona Azul vai acontecer em março

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Quase dois anos depois, a Prefeitura de Feira de Santana vai abrir nova licitação para contratação de empresa que irá administrar o sistema de estacionamento rotativo em Feira de Santana, mas conhecido como Zona Azul. O procurador geral do município, Cleudson Almeida, em entrevista a órgãos de imprensa confirmou a informação e disse ainda que a expectativa é de que o processo ocorra já no começo do próximo mês de março.

O projeto da Zona Azul tem como principal objetivo organizar o trânsito da cidade, que a cada dia vai passando por mais dificuldades, principalmente com grande fluxo de veículos circulando nas ruas do centro da cidade. Este projeto foi amplamente debatido por diversos setores da sociedade, mas sempre foi alvo de muitas polêmicas, inclusive em novembro de 2013, uma licitação foi marcada, porém por determinação judicial foi suspensa.

Na oportunidade, o juiz Roque Ruy Barbosa de Araújo, da 1º Vara da Fazenda Pública, acatou o pleito de suspensão que veio através de uma ação pública movida por Carlos Augusto Oliveira da Silva, que teve como advogado André Marques. Uma das alegações na época foi de que a Zona Azul é um serviço que não pode ser concedido a empresas particulares, por ser de responsabilidade exclusiva da administração pública. Além disso, a ação apontava uma série de equívocos no edital de licitação e tudo isso levou ao juiz a acatar o pleito e suspender o processo.

De acordo com o procurador geral, Cleudson Almeida, houve um mal entendido em relação ao processo anterior, de que o Município transferia o poder de polícia da municipalidade para terceiros. “Houve um questionamento quanto à transferência do poder de polícia da municipalidade para um terceiro. Então nesse novo projeto nós teremos que demonstrar com mais veemência que a administração não irá transferir o poder de polícia para o terceiro. A ideia é que este novo projeto seja apresentado ao poder judicial de forma clara e objetiva sem que aconteçam brechas para questionamentos”, afirmou.

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