“Lei é para ser cumprida; Tem que ser preso”, diz Vereador Paulão sobre possível prisão de Colbert por descumprimento da justiça

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Hoje, Quarta-feira (26), durante sua fala no plenário, o vereador Paulão do Caldeirão reforçou a necessidade da conformidade com a justiça por parte do governo municipal e censurou as atitudes do atual prefeito, Colbert Martins, que insiste em descumprir o que já foi decretado pelas vias legais.

Um prefeito que não cumpre as decisões judiciais, que não ouve o povo, que é contra o povo, que é contra a gente, não pode continuar nesse governo. Tem que ser afastado de imediato!” e ainda completa: “Se tem dinheiro para pagar aditivos por que não tem para funcionário?

O advogado Ronaldo Mendes pediu a prisão do prefeito Colbert por não pagar o funcionalismo público, enganar os professores e a guarda municipal. Na matéria que escreveu, ele pediu o cumprimento imediato das leis e o afastamento e prisão de Colbert por operação da polícia federal.

Não é a primeira vez que há descumprimento de leis. O governo municipal deve cerca de 100 milhões por não cumprir as a causas aprovadas na justiça, atrasando o funcionalismo público do município. A denúncia foi acatada e o juiz responsável pelo caso determinou que o prefeito tem até 48 horas para pagar o dinheiro que deve aos funcionários públicos, nomeie a guarda municipal e cumpra as demais decisões judicias que lhe cabem.

Sendo gestor do município, o prefeito pediu recentemente para remanejar o superávit(dinheiro extra arrecadado pelo município, atualmente R$110 milhões) e assim pagar os funcionários de saúde, sob a alegação de que não há mais dinheiro. Este ano, foram destinados mais recursos ao orçamento da saúde, superando 519 milhões de Reais.

O prefeito veio a público dizer que depende de suplementação para pagamento salarial quando o orçamento anual(de pouco mais de 1 bilhão e 600 milhões, do quais a secretaria de saúde define 400 milhões para pagamento de funcionários) já havia sido aprovado na câmara municipal desde o ano anterior(2021).

A área da saúde feirense já teve outros escândalos recentes, como o caso de corrupção da UPA da Queimadinha, mas não é a única afetada. A educação também sofre seus atrasos devido à falta de pagamento dos salários dos professores.

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