Imbassahy garante união da oposição em 2014

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O deputado federal e líder da oposição no Congresso, Antônio Imbassahy (PSDB), acredita na união da oposição para a disputa do governo da Bahia em 2014.

Para o parlamentar, que adiantou a sua candidatura para reeleição no mesmo pleito, o apoio da sigla para as eleições vitoriosas dos prefeitos de Salvador e Feira de Santana, ACM Neto (DEM) e José Ronaldo (DEM), respectivamente – em 2012, é a prova de que esse é o caminho a ser seguido no ano que vem. “Temos esse conjunto da aliança política que funcionou no ano passado em Salvador e Feira de Santana. Vamos aguardar o momento certo para montar e mostrar a composição”, afirmou.

Durante entrevista para o radialista Mário Kértesz, na rádio Metrópole, o deputado tucano citou os nomes mais fortes do bloco oposicionista: “No DEM, os nomes de Paulo Souto e Aleluia são sempre lembrados. No PMDB temos Geddel Vieira Lima, que está viajando bastante. Já pelo PSDB temos João Gualberto que foi um excelente prefeito de Mata de São João”.

Questionado sobre a possibilidade da oposição antecipar o candidato em função do anúncio petista, agendado para o próximo dia 30 de novembro, ele acredita ser prematura a decisão, mas deverá ser adotada junto com a situação.

“Acho um equívoco anunciar com tanta antecedência. Acho que se o PT fizer o anúncio, nós temos que parar e fazer uma análise. Ver o candidato do governo viajando e a gente olhando não é bom. Se essa decisão vier a acontecer, temos que ter maturidade para marcar um encontro para fazer a definição”.

Sobre os sete anos de governo de Jaques Wagner na Bahia, Imbassahy avalia de forma negativa o trabalho do petista. “O governo não está correspondendo à nossa expectativa. A segurança é um horror. A gente não vê nenhuma ação efetiva. O que se vê é muita propaganda e marketing. A saúde também é lastimável. É uma equipe que está desmotivada. A Bahia durante esses sete anos perdeu posição na economia e prestígio político. A gente vê o governador ser amigo da presidente e de Lula, mas essa amizade não reverte em algo positivo para o Estado”.

O oposicionista aproveitou a oportunidade para falar sobre a decisão do presidente do STF, Joaquim Barbosa, sobre a prisão dos envolvidos no escandalo do Mensalão. “Com isso, o Supremo Tribunal Federal demonstra que a questão da impunidade está sendo decidida. O PT antes tinha a bandeira da ética e da moral e esta decisão tem o lado positivo e o negativo. Nossa posição é clara: não ficar protegendo ninguém, como alguns membros do PT fazem”, afirmou.

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