Greves prejudicam a população de Salvador

650x375_greve-correios_1561589

650x375_greve-correios_1561589

A exemplo do que ocorre em outros municípios, a população da capital também enfrenta dificuldades na busca de serviços devido a greves em instituições federais.

Depois da Universidade Federal da Bahia (Ufba), do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), servidores dos Correios decretaram paralisação, na terça-feira, 15.

Para se ter ideia, a greve do INSS, que completou 71 dias na quarta-feira, 16, criou uma fila virtual de 10 milhões de pessoas. Segundo Isaac Fiterman, do comando de greve no estado, 80% das unidades de pelo menos 15 municípios baianos estão fechadas – Salvador é uma das cidades afetadas.

Dentre as principais reivindicações da categoria estão reajuste de 27,5% imediato, com aumento gradual durante os próximos quatro anos, concurso público, além de melhoria nas condições de trabalho e no atendimento à população.

Edvaldo Alves Queiroz, 37 anos, tinha horário agendado para ontem no posto do INSS, no bairro Comércio. Com o comprovante em mãos, ele tentou, sem sucesso, convencer um servidor a dar entrada no pedido de pensão pela morte da mãe, que faleceu em maio deste ano.

“Tentei, mas não posso obrigá-lo. Entendo que estão lutando pelos direitos deles, mas estou precisando muito desse dinheiro. Não estou trabalhando e, por enquanto, não tenho como receber”.

OUTRAS NOTÍCIAS