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Governo Bolsonaro atende pedido da Bahia e envia médicos para ajudar vítimas das chuvas

Governo Bolsonaro atende pedido da Bahia e envia médicos para ajudar vítimas das chuvas

Chegam à Bahia na manhã desta segunda-feira (3) outros 23 médicos que vão ajudar as vítimas nas cidades afetadas pelas fortes chuvas que atingiram a região nas últimas semanas.

O pedido foi feito pelo Governo da Bahia, liderado pelo governador Rui Costa (PT), com a chancela da secretária de Saúde, Tereza Paim, e acatado pelo governo Bolsonaro.

Em coletiva de imprensa, o secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério, Rafael Câmara, anunciou as ações de assistência à população e detalhou o envio de médicos para o estado. No total, serão 99 profissionais. Destes, oito já estão em Ilhéus, um dos municípios mais afetados pelas enchentes causadas pela chuva, e outros 23 chegam até o fim da manhã.

A expectativa do governo federal é que até o dia 10 estejam todos os 99 médicos em solo baiano.

“A solicitação foi feita pelo governo do estado da Bahia, pela secretária. Existe uma grande necessidade de disponibilidade médica e esses municípios têm dificuldade normalmente de conseguirem médicos”, declarou Rafael na coletiva, que teve a presença dos ministros Marcelo Queiroga (Saúde)Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) e João Roma (Cidadania).

O servidor reforçou que o estado ainda vai ter aumento no contingente de médicos com o lançamento do programa “Médicos pelo Brasil”, que deve levar outros 624 profissionais para a Bahia até o fim deste semestre.

“Vão ser 2101 médicos pagos integralmente pelo governo federal, nenhum centavo gasto pelo governo local”, destaca.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, justificou a necessidade da ampliação do corpo médico na região devastada pelas chuvas torrenciais.

Ele ressaltou a atuação em conjunto com demais setores do governo para levar ajuda à população e, que, apesar de ser especialista em cardiologia, reconhece a importância da “atenção à saúde básica” no país, e para minimizar as consequências sanitárias das enchentes nas localidades atingidas na Bahia.

Roma utilizou como exemplo a cidade de Ubaíra, no sudoeste baiano, que com a passagem da água e vazamento do esgoto foi tomada por “lama e fedor”.

“Naturalmente isso vai decorrer uma série de enfermidade portanto, o reforço da equipe de médicos vai fazer diferença efetiva na vida das pessoas”, declarou o ministro.

Informações: Agência Brasil

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