Fundação Estudar distribui 100 bolsas para empreendedoras da periferia

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“Elas que Saltam” promove programa de treinamento com conteúdo exclusivo, incluindo masterclass de Jorge Paulo Lemann

A Fundação Estudar acaba de lançar o programa “Elas que Saltam”, que visa acelerar o empreendedorismo feminino nas periferias do Brasil. O programa concederá 100 bolsas de estudo de 100% para a edtech Escola de Liderança, que tem como objetivo ajudar na evolução da carreira de empreendedoras periféricas.

A Escola de Liderança é uma plataforma virtual de ensino e aprendizagem com foco no desenvolvimento profissional, aprimoramento de competências, lideranças, autoconhecimento e inteligência emocional. As inscrições para o programa estarão abertas até o dia 25 de novembro.

Na Escola de Liderança são oferecidas trilhas de conteúdo adequadas para diferentes momentos de carreira. Ao concluir as 50 horas, a participante traça seus objetivos, consegue fazer seu mapa de cultura no trabalho, conhece as oportunidades existentes de carreira e define o rumo de sua carreira.

“Por meio da plataforma da Escola de Liderança, a candidata do programa ‘Mulheres que Saltam’ poderá acelerar a expansão de sua carreira e de seu negócio ao criar um plano personalizado de desenvolvimento, aprender sobre produtividade e desenvolver inteligência emocional para se preparar para obstáculos e cruzar caminhos com lideranças inspiradoras”, diz Anamaíra Spaggiari, diretora-executiva da Fundação Estudar.

As três primeiras candidatas que conquistarem a bolsa, finalizarem a trilha de conteúdo da Escola de Liderança receberão uma nova bolsa para o curso Premium Liderança Transformadora, que visa ajudar a desenvolver as habilidades de pensar e agir como uma Líder para gerar grandes realizações e se destacar em qualquer setor.

No Brasil, de acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), no terceiro trimestre do ano passado, o número de mulheres empreendedoras chegou ao seu menor patamar histórico, representando apenas 34% do total de empreendedorismo brasileiro.

Deste total, 38% vivem nas periferias das cidades, de acordo com a sétima edição da Pesquisa Anual sobre Empreendedorismo Feminino, realizada pelo Instituto RME, em parceria com o Instituto de Pesquisa Locomotiva e apoio da Meta/Facebook.

O programa é voltado para quem possui um pequeno negócio e deseja buscar meios para ampliar o alcance e o lucro já obtido. Além disso, é direcionado também à quem busca capacitação e formação para avançar e gerar ainda mais transformações com a empresa.

Podem participar do programa mulheres cisgênero ou transgênero, que tenham até 34 anos no ato da inscrição e que desejem se desenvolver profissionalmente.

Fonte: Exame

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