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Família procura por homem desaparecido há quase seis meses em Feira de Santana; mesmo com resgate pago, vítima segue sumida

Família procura por homem desaparecido há quase seis meses em Feira de Santana; mesmo com resgate pago, vítima segue sumida

Uma família de Feira de Santana, está à procura de um homem desaparecido desde o dia 17 de março desse ano. O comerciante Natã Amorim Cunha sumiu após ser abordado por homens armados, segundo familiares, que dizem ter pago um valor solicitado pelo resgate da vítima. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

De acordo com testemunhas, Natã foi visto pela última vez quando estava em um bar, no bairro Pampalona. Ele foi abordado por quatro homens, que o algemaram e o obrigaram a entrar em um veículo. Conforme a família os suspeitos se passaram por policiais, que estariam investigando um caso de roubo de carro.

No dia seguinte ao sequestro, os suspeitos entraram em contato por telefone com a esposa de Natã e pediram uma quantia em dinheiro pelo resgate, todavia, não estipularam valor. “Mandaram vender bens e ver o maior valor que poderia somar. No dia seguinte, pediram R$ 100 mil”, conta Davi Amorim, irmão de Natã.

O irmão acrescenta que até mesmo um cachorro de raça que pertencia ao comerciante foi pedido como forma de complementar o pagamento. Davi diz que o montante juntado não chegou ao valor pedido pelo grupo, mas foi entregue no dia seguinte ao sumiço, em Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador.

Quem esteve no local foi a esposa do comerciante, que esperava encontrar o marido no ponto combinado, Contudo, até o momento ninguém tem notícias do paradeiro dele.

A mãe de Natã, Rilzonete Amorim, diz que a falta de notícias causa aflição em todos. “Não sabemos de nada, só vivemos com essa dor e essa angústia constante”, conta.

Na última sexta-feira (27), um policial militar lotado em Salvador, que não teve identidade divulgada, foi preso, suspeito de participar do sequestro. De acordo com o Coordenador Regional de Polícia Civil, delegado Roberto Leal, as investigações apontam que o PM não só arquitetou o sequestro, como participou ativamente da ação.

O policial está preso à disposição da Justiça no Batalhão de Choque de Salvador. Sobre a vítima, o delegado informa que não há informações sobre o paradeiro, mas assegurou que as investigações seguem em curso.

Informações: Subaé

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