Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on email
Share on linkedin

Fachin diz que quem trata da eleição são as “forças desarmadas”

Fachin diz que quem trata da eleição são as “forças desarmadas”

Em trocadilho, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, afirmou nesta quinta-feira (12/5), durante visita à sala do órgão onde estão sendo realizados testes de segurança nas urnas eletrônicas, que quem trata das eleições são as “forças desarmadas”.

Na ocasião, Fachin comentou a sugestão de Jair Bolsonaro (PL) de que as Forças Armadas poderiam fazer apuração paralela dos votos no decorrer das eleições de 2022. De acordo com o ministro, a Corte aceita colaborações, mas a palavra final é do TSE.

“Quem trata de eleição são forças desarmadas e, portanto, dizem respeito à população civil que, de maneira livre e consciente, escolhe seus representantes. Logo, diálogo sim, colaboração sim, mas a palavra final é da Justiça Eleitoral”, frisou o presidente do órgão

O ministro disse ainda que o país terá eleições limpas e que “ninguém e nada interferirá” na Justiça Eleitoral.

“País e sociedade agradecem. Vamos ter dia 2 de outubro, o Brasil terá eleições limpas, seguras, com paz e segurança. Ninguém e nada interferirá na Justiça Eleitoral. Não admitimos qualquer circunstância que impeça o brasileiro de se manifestar”, afirmou Fachin.

As declarações foram dadas durante visita à sala do tribunal onde ocorrem os testes de segurança nas urnas eletrônicas.

Teste em urnas

O TSE está em fase de busca pela correção de falhas nas urnas eletrônicas encontradas na etapa de novembro. Nenhuma dessas, porém, de acordo com o tribunal, é grave a ponto de comprometer a legitimidade da contagem de votos.

Atuam nos testes diversos especialistas em tecnologia da informação, que tentaram acessar o sistema das urnas a fim de identificar possíveis falhas de segurança.

De acordo com o tribunal, foram encontradas cinco falhas. Agora, o objetivo é mostrar que essas vulnerabilidades estão sanadas. (Colaborou Manoela Alcântara)

OUTRAS NOTÍCIAS