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“Expressa bem o sentimento dele com os brasileiros”, dispara Rui contra fala de Bolsonaro sobre mortos por Covid-19

“Expressa bem o sentimento dele com os brasileiros”, dispara Rui contra fala de Bolsonaro sobre mortos por Covid-19

Depois de se pronunciar nas redes sociais sobre a fala do presidente Jair Bolsonaro sobre o número recorde de mortos em 24h no Brasil em decorrência da Covid-19, o governador Rui Costa (PT) voltou a criticar,  o classifica como descaso do chefe do Planalto.

Em entrevista à Rádio Sociedade, na manhã desta quarta-feira (29), o petista lembrou que o país ultrapassou a quantidade de óbitos na China, primeiro epicentro da doença, e que o gesto do ex-PSL “expressa bem o sentimendo dele com os brasileiros e a vida humana”.

“Fico triste que o presidente de uma nação trata com tamanho descaso a vida humana, expressa o comportamente que ele tem tido desde o início da epidemia. Primeiro, debochando da doença que matou milhares no mundo inteiro, chamando de ‘gripezinha’ […] essa frase expressa bem o sentimento dele coms o brasileiros e com a vida humana, um profundo desrespeito. O Brasil não merecia estar passando por isso”, lamenta.

A resposta de Rui é sobre a fala do presidente da República, que reagiu a uma pergunta sobre o aumento de mortes em um só dia no Brasil, vítimas do novo coronavírus, e indagou: “E daí? Lamento, quer que eu faça o quê? Sou Messias, mas não faço milagre”.

Apontado como um possível nome do PT em 2022, Rui parafraseou um saber oriental, de aproveitar os momentos de turbulência para estabelecer um aprendizado, para dizer que espera que as posturas de Bolsonaro mostrem aos brasileiros “o quanto é sério o processo de escolha em uma democracia”.

Abraçado por boa parte dos antipetistas, Bolsonaro, segundo o governador da Bahia, foi eleito em 2018 por um sentimento de “ódio” e “raiva” que pairava sobre a população.

“Espero que as pessoas aprendam que não dá para conduzir a escolha de um governo baseado no ódio, na raiva, qualquer outro sentimento que não seja a racionalidade, serenidade, que não seja pensar no futuro da nação”, assegura.

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