Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on google
Share on email
Share on linkedin

Evento virtual do Coletivo de Mulheres de Feira de Santana é invadido por Hackers; Criminosos expuseram cenas de violência e fizeram ameaças

Evento virtual do Coletivo de Mulheres de Feira de Santana é invadido por Hackers; Criminosos expuseram cenas de violência e fizeram ameaças

O tipo de ação criminosa que tem ocorrido em diversas reuniões online no Brasil aconteceu também em Feira de Santana. Durante a realização do 10º Seminário do Coletivo de Mulheres, em parceria com os Mulieribus, grupo de pesquisa de gênero da Uefs, hackers ligados a grupos extremistas invadiram a sala virtual, expuseram uma série de cenas agressivas e fizeram ameaças. O episódio aconteceu dia 18 de março e um boletim de ocorrência foi registrado na 1ª Delegacia Territorial, nesta terça-feira (6).

Gritos, xingamentos, cenas de sexo e violência, fotos do presidente Jair Bolsonaro e do ditador nazista Adolf Hitler, ameaças escritas no chat e músicas em ritmo de funk, com letras ameaçadoras foram algumas das ações do grupo invasor, identificado como “Bonde do Javali”. O episódio foi considerado de terror pelas participantes.

“Ficamos muito assustadas, tendo em vista que nunca passamos antes por uma situação dessas. Demonstra nossa vulnerabilidade e a tamanha violência que sofremos. Nos preocupa como esses grupos odiosos têm poder e aparentam ser altamente financiados. Nosso temor é pela falta de segurança que esta ação faz transparecer, por eles saberem quem somos e onde estamos”, afirma Ideojane Melo, presidente do Coletivo.

Segundo ela, o que todas as integrantes do coletivo esperam diante do ocorrido é que a polícia identifique os hackers e eles sejam barrados e punidos, de modo que estes crimes não voltem a acontecer.

Matérias encontradas na internet mostram que o grupo identificado como “Bonde do Javali” já vem praticando ações semelhantes ao invadir, dentre outros, aulas online, seminários e defesas de dissertações com temas ligados a direitos humanos como questões raciais, causas feministas e LGBTQIA+.

Informações: Acorda Cidade

OUTRAS NOTÍCIAS