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“Eles temem a verdade”: Vereador rebate liminar que suspende CPI das Cestas Básicas; Comissão irá recorrer da decisão.

“Eles temem a verdade”: Vereador rebate liminar que suspende CPI das Cestas Básicas; Comissão irá recorrer da decisão.

A CPI da cesta Básica instituída para apurar irregularidades na distribuição de alimentos durante período eleitoral de 2020, foi suspensa por liminar da justiça nesta sexta-feira, 27, após vereadores da bancada governista entrarem com pedido no ministério público.

O Mandado de Segurança foi impetrado pelos vereadores Lulinha, Pedro Américo, Pastor Valdemir, Faviano da Van e Correia Zezito. A ação é “contra ato que entendem ilegal e abusivo da autoria dos vereadores Fernando Torres, presidente da Câmara, e Emerson Minho, presidente da CPI das Cestas Básicas”.

Segundo a liminar, as provas que compõem as acusações e motivos para abrir a CPI, não podem correr em segredo de justiça, assim possibilitando omissão de provas, como áudio gravado em um CD.  Caso não cumprida a liminar, uma multa de R$100 mil será cobrada.

O edil Silvio Dias se pôs contra esses argumentos, e rebateu a liminar, em vídeo publicado nas redes sociais. “A Câmara dos Vereadores foi surpreendida, por uma decisão judicial que suspende os trabalhos da CPI da Cestas Básicas, essa que vinha trazendo a tona a verdade dos fatos que ocorreram durante as eleições de 2020. Isto tem posto medo, pavor, que abateu o grupo politico que vem sendo investigado. Eles temem a verdade, por isso entraram na justiça pedindo suspensão dos trabalhos. Mas a população de Feira de Santana sabe o que aconteceu. Logo que a gente consiga a retomada dos trabalhos, pois ja estamos recorrendo, vamos continuar, e Feira terá conhecimento de tudo que ocorreu. Varias divergências ja foram vistas aqui na casa, os depoimentos que até hoje foram feitos aqui, demostram claramente que essas irregularidades ocorreram, e isso ficará claro ao final da CPI. Não será o medo e o pavor desse grupo, que vai interromper os trabalhos da CPI”, disse o vereador.

 

Por meio de nota, a Câmara informou que suspendeu os trabalhos da CPI, porque a determinação da Justiça é de conhecimento público, e Informou ainda que vai recorrer da decisão.

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