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Dia Mundial de Luta contra o Câncer – 8 de abril | Hábitos de vida saudáveis e exames de rastreamento ajudam na prevenção da doença

Dia Mundial de Luta contra o Câncer – 8 de abril |  Hábitos de vida saudáveis e exames de rastreamento ajudam na prevenção da doença

Em meio à celebração do Dia Mundial de Luta contra o Câncer (8 de abril), o Planserv – Assistência à Saúde dos Servidores Públicos Estaduais alerta seus beneficiários sobre os exames que previnem ou detectam a doença em estágio precoce, aumentando as chances de cura. O incentivo à adoção de hábitos saudáveis de vida e aos cuidados com a saúde para prevenção da doença justifica-se pela estatística do Instituto Nacional do Câncer (INCA) que estima, para o biênio 2016-2017, o registro de 600 mil novos casos de câncer no Brasil. O tumor mais comum no homem é o de próstata e na mulher é o de mama.

Entre os exames de rastreamento do câncer comumente prescritos pelos médicos de diversas especialidades destacam-se o preventivo de colo uterino, anualmente, para mulheres a partir do início da atividade sexual; mamografia, uma vez por ano, para mulheres acima dos 40 anos; colonoscopia, para homens e mulheres acima dos 50 anos; PSA e toque retal, para homens acima dos 50 anos ou acima de 40 anos, se apresentar fatores de risco e Tomografia Computadorizada do Tórax, para pacientes com histórico prolongado de tabagismo.

Além de fazer os exames de rotina solicitados pelos médicos, é preciso melhorar hábitos alimentares, praticar atividades físicas regulares, abandonar vícios e reduzir o estresse. Mesmo tomando todas essas medidas para evitar a doença, ela pode surgir por uma pré-disposição genética. De acordo com a oncologista Loana Valença, quando há pessoas com câncer na família, é necessário identificar se foi um caso isolado ou se a doença tem caráter hereditário. “Se houver suspeita ou confirmação de doença hereditária, o rastreamento pode ser mais frequente que na população em geral”, sugere a oncologista.

Atualmente, o arsenal terapêutico contra o câncer é muito maior do que há 20 anos. Segundo a oncologista Geila Ribeiro Nuñes, os avanços vão desde a capacidade de prevenir a doença em famílias com alto risco genético, passando pela possibilidade de diagnósticos precoces e mais precisos, até o tratamento eficaz e menos invasivo. “Menos efeitos colaterais e mais qualidade de vida é o que buscamos para nossos pacientes oncológicos”, destaca.

ASCOM | Planserv

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