Desemprego no Brasil é o menor da história desde 2015

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O desemprego deu um alívio aos brasileiros no trimestre que vai de fevereiro a abril. O índice de 10,5% de desocupação é o menor para o período desde 2015, quando foi de 8,1%. Mesmo assim, 11,3 milhões de brasileiros terminaram o trimestre sem emprego. As informações foram divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (31/5).

Outra boa notícia é a de que o número de empregados com carteira assinada no Brasil subiu 2% no mesmo período. Isso corresponde a 35,2 milhões de pessoas. Antes, 12,5 milhões estavam empregados sem carteira assinada no setor privado, uma alta de 2,2 milhões de pessoas em comparação com o mesmo período no ano de 2021.

Por outro lado, a quantidade de trabalhadores autônomos subiu 7,2% desde o ano passado. Agora, está em 25,5 milhões.

O percentual do desemprego no Brasil recuou 0,7 ponto percentual em comparação com o trimestre que foi até janeiro e caiu 4,3 pontos em relação ao período no ano de 2021. De acordo com os números do IBGE, cerca de 96,5 milhões de pessoas estão ocupadas, maior quantidade desde 2012. Isso equivale a uma alta de 10,3% em relação ao trimestre no ano anterior.

Isso significa também que cerca de 55,8% da população em idade de trabalhar está empregada ou em atividade.

A população subocupada correspondeu, no trimestre de fevereiro a abril, a 6,6 milhões de pessoas, uma redução de 5,3% em relação ao trimestre anterior e 10% em relação ao período em 2021. Os desalentados somavam 4,5 milhões de pessoas. Isso foi uma queda de 6,4% de um trimestre para o outro e mais de 1,5 milhão de pessoas a menos na comparação anual. Eles corresponderam por volta de 4% da força de trabalho, no trimestre.

A má notícia é que a renda média do trabalhador fechou o trimestre em R$ 2.569,00. Esse valor é 7,9% menor que a média do período correspondente no ano anterior.

Os principais grupos em que houve redução na renda, no trimeste, foram os da Administração Pública, Defesa, Seguridade Social, Educação, Saúde humana e Serviços Sociais, que diminuíram 2,5%. Não houve agrupamento com crescimento da renda.

Na comparação com 2021, houve redução na Indústria (6,5%) e Administração Pública, Defesa, Seguridade Social, Educação, Saúde humana e Serviços Sociais (14,7%).

 

Fonte: metropoles.com

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