Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on google
Share on email
Share on linkedin

Deputado Carlos Geílson questiona choro de Rui Costa: “Não sei se é por impotência ou culpa”

Deputado Carlos Geílson questiona choro de Rui Costa: “Não sei se é por impotência ou culpa”

Antigo aliado da base do governador Rui Costa (PT), o deputado estadual Carlos Geílson (PSDB) questionou o choro do líder do Palácio de Ondina em entrevista a um programa de TV local nesta segunda-feira (1°).

O petista lamentou a dor de um pai que perdeu a filha de 16 anos para a Covid-19

Geílson, que rompeu com Rui durante a eleição municipal em Feira de Santana em 2020, indagou se o choro emocionado de Rui foi pela “impotência” diante das dificuldades impostas pela propagação do novo coronavírus, ou pela “mea culpa” de ter participado de aglomerações durante a campanha eleitoral no fim do ano passado.

“O governador participou de aglomeração em Feira de Santana em novembro, nas campanhas políticas. Não é por isso que não deva tomar atitudes, mas tem que assumir publicamente também”, criticou.

“Não sei se o choro do governador é o sentimento de alguém que está em uma situação de impotência, ou se é ‘mea culpa’ pelas aglomerações que ele participou”, completou Geílson em conversa com o BNews por telefone.

Na visão do parlamentar, que deixou o Podemos para integrar o PSDB, o toque de recolher anunciado por Rui e acatado pelos municípios é necessário, mas falta ao Governo do Estado um “plano bem definido” para não pegar a população de surpresa com decisões inesperadas.

Segundo o deputado da AL-BA, o governo não tem escolhido os melhores momentos para decretar medidas mais restritivas. Para ele, uma medida mais dura deveria ter sido tomada no Carnaval de 2020, quando o vírus ainda não tinha chegado oficialmente ao país.

“Deveria ter decretado durante o Carnaval e não fez, seria um período interessante para tomar essa atitude. Agora, anunciar ‘lockdown’ meio fake e no domingo à noite anuncia que vai prorrogar, não tem uma estratégia acertada de combate à pandemia. Impõe logo por 10, 15 dias, mas fica nessa brincadeira de gato e rato”, pontuou.

Informações; BNews

OUTRAS NOTÍCIAS