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Cresce número de pessoas com HIV/AIDS em Feira de Santana

Cresce número de pessoas com HIV/AIDS em Feira de Santana

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O número de pessoas diagnosticadas com HIV em Feira de Santana tem crescido nos últimos anos. De acordo com a coordenadora do departamento de DST/HIV Aids do município, Vanessa Sampaio, cerca de 2 mil e 700 pessoas com HIV positivo são acompanhadas pelo departamento atualmente. Além dos acompanhamentos, existem as pessoas volantes, que são aquelas que fazem o tratamento para algum tipo de DST, que possui cura, e depois ele é liberado. Segundo a coordenadora, são cerca de 400 casos de outras DSTs atendidos mensalmente.

“O número de pessoas com HIV tem crescido e o centro de aconselhamento tem que atender a demanda. Tínhamos um profissional atendendo toda a manhã e toda tarde. Agora aumentamos e colocamos mais um profissional. O programa tem 15 anos de existência e de lá para cá foram mais de 4 mil e 500 casos reagentes de HIV e sífilis aqui em Feira de Santana”, informou.

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Segundo a coordenadora, o departamento de DST/HIV AIDS consegue fazer o acompanhamento do vírus nos pacientes e levam as amostras para Salvador. Ela afirma que não há dificuldade na realização do trabalho e que o departamento possui uma equipe multidisciplinar para o acompanhamento dos pacientes.

“Nunca tivemos nenhuma dificuldade em relação a repasses de recursos. A gente trabalha em parceria, a prefeitura de Feira de Santana trabalha em parceria com um órgão federal, onde a gente também entra com nossa contrapartida e nunca tivemos nenhum tipo de dificuldade. Me sinto muito feliz em representar essa equipe, temos um destaque, pois é um dos setores com uma equipe mais completa. Temos médico infectologista, enfermeiros, nutricionista, profissional de odontologia, serviço social, fisioterapia. Fazemos parte de um centro de referência, com uma equipe multidisciplinar especializada em tratar todas as DSTs”, explicou.

Segundo Vanessa Sampaio, quando a pessoa chega ao departamento, ela é encaminhada para o centro de testagem e aconselhamento, onde o paciente se dirige para a realização do teste de HIV e de sífilis. Se o resultado for positivo, ele é encaminhado para o centro de assistência especializada para fazer o acompanhamento com toda a equipe médica, o acolhimento e o tratamento eficaz para manter uma qualidade de vida para o paciente, segundo informou a coordenadora.

Preconceito

A enfermeira Vanessa Sampaio falou ainda sobre o preconceito que muitas pessoas têm em relação ao teste de HIV. Segundo ela, atualmente há cerca de 180 testes que foram realizados e que a pessoa não foi pegar o resultado por medo ou por preconceito. “Muita gente tem preconceito e a gente precisa colocar o teste de HIV como teste de rotina, como costumamos fazer com outros exames”, afirmou.

Falta de enfermeiro no departamento do DST/HIV AIDS

Algumas pessoas reclamaram na última semana sobre a falta de enfermeiros no departamento DST/AIDS AIDS. A coordenadora explicou que não tem faltado enfermeiro e que na manhã do último dia 9 de agosto, uma enfermeira cobrou outro profissional, o que fez com que o atendimento demorasse um pouco mais.

“Temos dentro do nosso serviço seis setores e todos esses setores possuem um enfermeiro responsável. Trabalhamos com uma equipe multidisciplinar, que sabe fazer a realização de todos os procedimentos. A enfermeira que estava em um desses setores estava cobrindo outro e naquele momento estava dando conta dos dois setores. Isso é tranquilo de acontecer quando um colega folga ou tira férias, mas todos os pacientes foram atendidos, só que o tempo de espera foi um pouco maior”, explicou.

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