Com jeitinho, Wagner assume ser condutor da sucessão no PT

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O governador Jaques Wagner (PT) disse ontem, durante a solenidade em que a Assembleia Legislativa devolveu o mandato do ex-deputado Giocondo Dias, que não está impondo um nome ao PT para a sua sucessão. “Em mim, não vai caber essa pecha de enquadramento (do partido), que não é minha cara”, disse ao jornal A Tarde, em resposta ao secretário estadual de Planejamento, José Sérgio Gabrielli, que questionou a predominância do pensamento do governador sobre o partido na definição da candidatura, ao oficializar, numa carta ao diretório da legenda, seu nome para a sucessão estadual.

Wagner disse que nunca pretendeu que sua opinião fosse exclusiva. “Modéstia à parte, acho até que sou criticado por isso, que é difícil que se encontre alguém que, sentado na cadeira do Executivo, tenha tanta abertura para o diálogo”, declarou. Ele assumiu, entretanto, ser o condutor do processo (de definição do nome às eleições de 2014) e que teria “a visão, vamos dizer, do problema como um todo, da característica de quem está sentado na cadeira do governador”. Adaptando

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