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Cerveja e refrigerante ficarão mais caros a partir de junho

Cerveja e refrigerante ficarão mais caros a partir de junho

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Em busca de mais arrecadação para cobrir o rombo do setor elétrico, o governo aumentou mais uma vez o imposto das chamadas bebidas frias – refrigerantes, isotônicos, energéticos e refrescos. A expectativa é que o aumento médio dos preços ao consumidor seja de 1,3%.

O novo aumento foi anunciado ontem pelo secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, um mês depois de o governo ter feito um reajuste na tributação desses mesmos produtos. A alta entra em vigor em 1º de junho.

O aumento das chamadas “bebidas frias” chega justamente às vésperas da Copa do Mundo, que começa no dia 12 de junho. A equipe econômica conta com um aumento da arrecadação em torno de R$ 1,5 bilhão de junho a dezembro deste ano com o reajuste. Por outro lado, segundo o secretário, se as empresas repassarem o reajuste ao consumidor, haverá um impacto de 0,02% no IPC-M, índice que compõe o IGP-M.

No caso da cerveja em garrafa retornável de 600 mililitros, o preço médio sobre o qual incidia o imposto aumentou de R$ 4,22 para R$ 4,34. Segundo Barreto, esse preço médio é resultado de uma pesquisa de preços nos supermercados, bares e restaurantes. Em média, de acordo com o secretário, o aumento nos preços das bebidas frias na tabela de tributação foi de R$ 0,05 por unidade.

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