Arena Fonte Nova se candidata para sediar final da Sul-Americana

Arena Fonte Nova se candidata para sediar final da Sul-Americana

A Conmebol divulgou nesta quinta-feira (14) uma lista de estádios que podem ser possíveis candidatos para sediar as finais das Copas Libertadores e Sul-Americanas de 2021 a 2023. Nove arenas brasileiras foram postuladas para receber as últimas partidas. Para a Sul-Americana, uma das candidatas é a Arena Fonte Nova, em Salvador.

Na publicação, feita pela entidade responsável pelas competições, os países e cidades foram selecionados para serem avaliados e concorrerem como sede para receberem as decisões. Dentre os locais brasileiros, para receber as finais da Sul-Americana, além da Fonte Nova, estão: Brasilia, com o estadio Mane Garrincha; Curitiba, com a Arena da Baixada; Fortaleza, com a Arena Castelão; Porto Alegre, com o Beira Rio; Recife, com a Arena Pernambuco; e Rio de Janeiro, com o Maracanã.

Já para sediar a Libertadores, as cidades brasileiras listadas são: Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro, com os mesmos estádios citados para a Sul-Americana, e a cidade de Sao Paulo, com a Arena Corinthians e o estádio do Morumbi.

De acordo com a Conmebol “será realizado um workshop por vídeochamada com cada postulante nos dias 25 e 26 de maio, para definir conceitos das finais e tirar todas as dúvidas para a elaboração do Dossiê de Candidatura, que deverá ser apresentado na próxima sexta-feira, 29 de maio”.

“As cidades finalistas serão inspecionadas uma vez que haja condições para viajar pela América do Sul e, após as visitas de inspeção, novamente serão apresentados os relatórios ao Conselho do ente reitor do futebol sul-americano, que tomará a decisão final sobre as sedes”, informou a entidade.

Os concorrentes do Brasil para sediar as finais da Libertadores em 2021 são a Argentina, o Chile e o Equador. Peru e Uruguai entram na disputa de 2022 e a Colômbia integra a lista de possíveis locais para 2023.

Já para a Sul-Americana, os estádios brasileiros concorrem com a Argentina, Chile e Equador, em 2021; com esses tres e com o Peru, em 2022; e também com a Colômbia em 2023.

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