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Após retirada de mais de 4 kg de verrugas, ‘homem-árvore’ fará retoques estéticos

Após retirada de mais de 4 kg de verrugas, ‘homem-árvore’ fará retoques estéticos

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O jovem bengalês Abul Bajandar, conhecido como “homem-árvore”, se prepara para uma nova etapa de vida. Após passar por cinco cirurgias delicadas para tratar a epidermodisplasia verruciforme, uma doença rara que cobriu suas mãos e pés com mais de 4 Kg de verrugas, ele poderá abraçar sua filha pela primeira vez.

O caso de Bajandar, que não tinha dinheiro para custear as cirurgias, ganhou destaque na mídia e por conta disto o Governo de Bangladesh decidiu oferecer o tratamento gratuito e usá-lo em uma operação de marketing para divulgar os avanços médicos do país. De acordo com informações do El País, um conselho médico formado por nove cirurgiões se responsabilizou pelo paciente e decidiu o que fazer em cada etapa. “Após cinco operações, agora só é preciso efetuar retoques estéticos às extremidades e começar o processo de reabilitação”, disse nesta sexta-feira (3) o diretor do grupo, Samanta Lal Sen.

“Suas mãos ainda estão muito atrofiadas pela falta de movimento, mas deve ser capaz de recuperar todas as funções em quatro ou cinco meses”, garantiu. Outro médico, Kabir Chowdhury, resolveu estender a ajuda e fez a doação de 600 mil takas ( equivalente a mais de R$ 28 mil) para que Abul Bajandar construa uma casa para morar com a família. “Depois de acabar o tratamento quero viver como um homem saudável e abrir um negócio”, disse o “homem-árvore”, que viveu como mendigo e com a pouca renda do pai, como condutor de riquixá, um triciclo motorizado que funciona como táxi. Apesar da melhor perspectiva, o futuro do jovem não está completamente garantido, já que provavelmente as verrugas voltem a crescer. “As operações atuais são um tratamento temporário.

Sem conhecermos as causas da doença, é impossível uma cura definitiva. Mas temos a esperança de tratar as verrugas antes de que cresçam de maneira desmesurada, o que fará com que a doença seja crônica, mas não incapacitante”, explicou Lal Sen.

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