Após jogar pedra no Planalto, “advogado do LSD” é visto no Alvorada

O advogado preso após atirar uma pedra contra o Palácio do Planalto visitou, na manhã deste domingo (25/12), o Palácio da Alvorada, onde mora o presidente Jair Bolsonaro (PL). Liberado horas após a detenção, o defensor, que é apoiador do mandatário do país, foi flagrado conversando com outros apoiadores que visitavam a residência oficial do titular da República.

Nas conversas com os bolsonaristas, Claudemir Antônio Parisotto voltou a reproduzir falas desconexas relacionando o PT com LSD e Geraldo Alckmin (PSB). O defensor só não chegou mais perto do palácio porque o acesso ao espelho d’água do Alvorada não foi foi liberado pela manhã.

O advogado vem protagonizando histórias controversas por Brasília. Recentemente, ele entrou com um recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a diplomação do presidente eleito, Luzi Inácio Lula da Silva (PT), alegando que o petista “praticou estelionato eleitoral mediante uso de droga”.

advogado preso após atirar uma pedra contra o Palácio do Planalto visitou, na manhã deste domingo (25/12), o Palácio da Alvorada, onde mora o presidente Jair Bolsonaro (PL). Liberado horas após a detenção, o defensor, que é apoiador do mandatário do país, foi flagrado conversando com outros apoiadores que visitavam a residência oficial do titular da República.

Nas conversas com os bolsonaristas, Claudemir Antônio Parisotto voltou a reproduzir falas desconexas relacionando o PT com LSD e Geraldo Alckmin (PSB). O defensor só não chegou mais perto do palácio porque o acesso ao espelho d’água do Alvorada não foi foi liberado pela manhã.

 
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O advogado vem protagonizando histórias controversas por Brasília. Recentemente, ele entrou com um recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a diplomação do presidente eleito, Luzi Inácio Lula da Silva (PT), alegando que o petista “praticou estelionato eleitoral mediante uso de droga”.

O homem acabou detido pelo 6º Batalhão da Polícia Militar e foi levado à 5ª Delegacia de Polícia (Área Central). “Fui lá tentar entregar uma carta ao presidente, avisando que entrei com um processo [contra a diplomação de Lula]”, disse ele ao Metrópoles.

O advogado conta que havia três cartas no “embrulho”, direcionadas ao presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, e a dois filhos de Bolsonaro. Segundo ele, a pedra era do tamanho de uma maçã e foi arremessada pela rampa do Planalto.

“Era para cair lá dentro, para Alguém ver e levar para o Bolsonaro”. Claudemir prestou depoimento à Polícia Civil por volta das 19h30. Enquanto contava sobre o fato, falava com todos da delegacia ideias desconexas sobre drogas, “escravidão intelectual” e política.

Veja fotos do advogado na delegacia:

Fonte: Metrópoles 

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