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“Acho essa discussão sobre retirada das máscaras totalmente inoportuna”, diz secretário de Saúde

“Acho essa discussão sobre retirada das máscaras totalmente inoportuna”, diz secretário de Saúde

O secretário municipal de Saúde, Leo Prates, classificou os debates sobre a abolição do uso de máscara no momento atual como uma discussão que não é importante, ou oportuna, que pode nos levar “a pagar um preço alto”.

“Acho essa discussão sobre a retirada das máscaras, neste momento, totalmente inoportuna”, afirmou na manhã desta quinta-feira (7), durante sua participação no evento de inauguração do Complexo de Saúde da Apae Salvador, no bairro da Pituba.

Na última segunda-feira (4), o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, anunciou que o uso de máscaras em ambientes abertos, e sem aglomeração, poderá ser desobrigado na cidade no próximo dia 15.

São Paulo, da mesma forma, também estuda flexibilizar as normas de uso do equipamento de proteção individual. Nesta semana, segundo informações do site Poder 360ª, o município de Duque de Caxias, na baixada fluminense, aboliu o uso de máscaras – seja em locais abertos ou fechados.

Ao comentar estas movimentações, Prates disse acreditar que a desobrigação do item de proteção só deve acontecer quando houver “100% de segurança”. “Veja você que Israel foi o primeiro país a fazer marketing em cima disso, e teve de retomar o uso de máscara por uma nova onda”, recordou.

A declaração dele converge com a opinião do governador Rui Costa (PT), que durante transmissão ao vivo na última quarta-feira (6), que classificou como “precipitadas” às declarações de autoridades públicas sobre a desobrigação do uso de máscaras.

“O vírus continua circulando. Acho extremamente arriscado, porque o vírus vai sofrendo mutação“, disse na ocasião. Para o titular da pasta municipal, o mais importante no momento é garantir que a retomada econômica – principalmente no que diz respeito ao turismo e ao setor de eventos – aconteça com o máximo de segurança.

Neste sentido, também nesta manhã, o secretário reforçou suas críticas ao decreto editado pelo Governo Federal que responsabiliza os municípios pelo controle sanitário de cruzeiros.

Informações: BNews  

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